O Ministério do Apóstolo João em sua Maturidade
Semana 4 - Domingo
Ler com oração Ler: Êx 19:3-7, 20-21, 25; At 7:27
"Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas " (Hb 3:5)
MINISTROS ÚTEIS E SERVOS FIÉIS
Após cruzar o Mar Vermelho, o povo de Israel foi levado ao monte Sinai. Ali Deus proferiu Suas palavras mais importantes, embora não o tenha feito diretamente, pois, segundo vemos, Moisés entrava na presença do Senhor e depois transmitia Suas palavras ao povo (Êx 19:3-7, 20-21, 25).
As primeiras palavras faladas por Deus no monte Sinai estão registradas em Êxodo 19:4-6a: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa". Essa é uma palavra doce! Deus é como uma águia, e nós, como seus filhotes. Ele nos coloca sobre Suas asas e nos faz achegar a Ele.
O objetivo de tirá-los de lá era conduzi-los ao deserto para que aprendessem a servir a Deus e, por fim, pudessem ser introduzidos na boa terra de Canaã (Êx 9:1; 3:8). Deus queria fazer deles uma nação de sacerdotes, um povo de propriedade peculiar entre todos os povos. Semelhantemente, esta é a nossa experiência: Deus nos tirou do mundo e nos colocou na igreja para servi-Lo. Aleluia!
Moisés transmitiu essas palavras aos israelitas de maneira fiel, todavia o versículo 8 registra que o povo respondeu indicando que se sentia muito capaz de fazer algo para o Senhor: "Tudo o que o Senhor falou faremos". O povo de Israel vivia na esfera da alma e se achava capaz de cumprir o que Deus lhe ordenara.
Depois que o povo respondeu daquela forma, Deus mudou Seu tratamento em relação a eles. Todo aquele que tocasse o monte Sinai seria morto, e haveria trovões, relâmpagos e uma espessa nuvem sobre o monte. Além disso, Deus deu-lhes os Dez Mandamentos e os estatutos para que os cumprissem. Dessa maneira, o Senhor queria mostrar-lhes a incapacidade do homem natural de guardar a lei.
O ministério de Moises foi tirar os filhos de Israel do Egito, salvando-os da aflição sob a qual estavam. De seu ministério aprendemos que Deus deseja usar-nos para libertar Seu povo, mas, para isso, Ele precisa fazer passar pela morte todas as nossas habilidades naturais, inclusive nossa eloquência, a fim de, então, em ressurreição, sermos úteis para cumprir Sua vontade. Se permitirmos o trabalhar do Senhor em nossa vida, Ele também nos tornará ministros úteis e servos fiéis, assim como foi Moisés em toda Sua casa (Hb 3:5). Aleluia!
Palavra-chave: Ministros úteis e servos fiéis.
Pergunta: Qual foi o objetivo do povo de Israel sair do Egito?
“Conquistando a boa terra” – cap. 2 – Dong Yu Lan.
“As riquezas insondáveis de Cristo” – caps. 11-13 – Dong Yu Lan.
Bem vindos ao nosso Blog
seja bem vindo(a) ao Blog de nossas experiencias com Cristo
domingo, 25 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O JARDIM DE JOSÉ
O JARDIM DE JOSÉ
José, um dos filhos mais jovens de Jacó, é um personagem bíblico importante para os jovens. A firmeza do jovem José e seu amor ao Senhor, a despeito das muitas tribulações por que passava, são um exemplo a ser seguido por todos os cidadãos do reino dos céus.
Por outro lado, as bênçãos proféticas de Jacó, proferidas em favor de seus filhos, nos mostram a importância dos frutos de um José em meio ao povo de Deus. Jovem, você deseja ser conhecido por sua instabilidade, por suas muitas paixões, ou pela firmeza em Cristo? Qual é seu impacto na igreja? É possível encontrar seus frutos, seus filhos espirituais, vivendo a realidade do reino dos céus?
A ESPERANÇA DE DEUS NÃO É COMO A DOS HOMENS
Deus sempre desejou salvar e abençoar todos os homens (1 Timóteo 2:4). José foi enviado ao Egito para conservação da vida, para salvação, tanto de sua casa, quanto do povo egípcio (Gênesis 45:5). A nossos olhos, para influenciar (e salvar) uma nação, a melhor estratégia é utilizar um cidadão local, importante, poderoso e, por que não, muito rico. Mas, com o fim de salvar o reino do Egito, Deus escolheu usar um estrangeiro, um jovem escravo, desprezado até mesmo por seus próprios irmãos.
O Senhor não vê como vê o homem. A esperança de Deus não é como a dos homens. Para Deus, aquele mero jovem escravo era a esperança do Egito. Aquele jovem atado, sem controle sobre a própria vida, era a pessoa preparada por Deus para a conservação da vida de sua família. Deus vê em nós, jovens, a esperança de muitas nações. A salvação dos povos, a conservação da vida de muitos, nos foi confiada. Você está preparado para desempenhar uma função tão crítica? Provavelmente não. Mas você pode começar a experimentar o que é ser uma benção para aqueles que o rodeiam.
Chegando ao Egito, José foi vendido a um oficial de faraó, chamado Potifar, e, por causa de José, Deus abençoou aquela casa (39:5). As pessoas podiam perceber que o Senhor era com José, pois tudo o que lhe era confiado chegava a bom termo (vs. 2-4). Durante o tempo de serviço a Potifar, José certamente aprendeu muito acerca dos sistemas de administração e política egípcios. Assim, ele estava sendo uma benção para Potifar e, ao mesmo tempo, estava se preparando para ser uma benção para todo o Egito.
Essa é uma grande lição para os jovens cristãos. Quer tornar-se uma benção? Então, cumpra o que lhe foi confiado. Seja um bom filho, um bom estudante, um bom cidadão. Não desperdice seu tempo, não seja medíocre. Muitos jovens têm a impressão errônea de que podem viver para si agora, já que, no futuro, serão restringidos pelo matrimônio, a paternidade e as responsabilidades na igreja. Todavia, quem insiste em viver para si agora, continuará a viver para si no futuro e não obterá sucesso em nenhuma dessas áreas. Devemos aprender a viver para Deus hoje, glorificando Seu nome em tudo o que fazemos.
Tudo em nossa vida é espiritual. Tudo o que fazemos, em palavra ou ação, dever ser feito em nome do Senhor, de todo o coração, dando graças a Deus (Colossenses 3:17, 23). Lavar pratos é espiritual. Estudar matemática é espiritual. Respeitar as autoridades é espiritual. Tudo é espiritual para os nascidos do Espírito, pois, em tudo o que fazem, seguem o Espírito (João 3:8).
José não tinha acesso a todas as bênçãos que hoje recebemos em Cristo. José tinha apenas uma promessa, dada a seu bisavô Abraão, e uma visão, que tivera ainda muito jovem. Entretanto, baseada na promessa e fortalecido pela visão, José construiu sua história com Deus. Ele conhecia o Senhor.
CUIDAR DAS RAÍZES
Podemos perceber, ainda, que José não foi forçado a buscar Deus pelas circunstâncias. O que o impulsionava era muito mais profundo, muito mais poderoso: era a sua fé. Quando parecia que nada poderia piorar, José foi injustiçado e lançado no cárcere. Mas ali, no fundo do poço, o jovem-escravo- preso não estava sozinho: o Senhor era com ele (39:22). Por isso José não dependia da situação à sua volta. Ele tinha o que necessitava: o próprio Deus. Na prisão, ele aprendeu a lidar com os inimigos do Egito, os mesmos com quem teria de lidar, na posição de líder do Egito. Na prisão, ele também aprendeu a esperar no Senhor.
Hoje, o mundo tenta nos distrair, nos vender necessidades. Quem precisava de um celular há 15 anos? Quem precisa do mundo hoje? Só aqueles que não têm Deus. Ora, o mundo passa, bem como a sua falsa graça. Jovem, de onde vem a sua alegria? O que você precisa para obter paz? Você precisar esperar em Deus, lançar raízes em Deus. Você precisa lançar raízes no amor de Deus, a ponto de estar firmado e alicerçado (Efésios 3:17). José estava alicerçado em Deus e, por isso, foi usado por Deus, para expressá-Lo, para fazer o que Deus queria fazer. José era como um ramo frutífero, junto à fonte. Seus galhos se estendiam sobre os muros. O impacto de sua vida com Deus não se limitava à sua casa ou ao seu povo (Gênesis 49:22).
O jardim de José, a vida cotidiana de José, era cheio de frutos. Hoje, cada um de nós tem a responsabilidade de cultivar e guardar seu jardim. Temos o dever de viver uma vida cristã baseada, arraigada e alicerçada na presença de Deus. Temos de viver a vida normal da igreja, seguindo o Senhor Jesus e negando a nós mesmos (Mateus 16:24). Deus nos escolheu para abençoar a terra, trazendo Seu reino, um reino de justiça, paz e alegria. E o caminho para nos tornarmos representantes de Deus e suprirmos vida aos homens, é ser um ramo frutífero como José: ser uma bênção hoje ser uma bênção ainda maior amanhã.
Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" edição 205 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida. org.br/jav)
José, um dos filhos mais jovens de Jacó, é um personagem bíblico importante para os jovens. A firmeza do jovem José e seu amor ao Senhor, a despeito das muitas tribulações por que passava, são um exemplo a ser seguido por todos os cidadãos do reino dos céus.
Por outro lado, as bênçãos proféticas de Jacó, proferidas em favor de seus filhos, nos mostram a importância dos frutos de um José em meio ao povo de Deus. Jovem, você deseja ser conhecido por sua instabilidade, por suas muitas paixões, ou pela firmeza em Cristo? Qual é seu impacto na igreja? É possível encontrar seus frutos, seus filhos espirituais, vivendo a realidade do reino dos céus?
A ESPERANÇA DE DEUS NÃO É COMO A DOS HOMENS
Deus sempre desejou salvar e abençoar todos os homens (1 Timóteo 2:4). José foi enviado ao Egito para conservação da vida, para salvação, tanto de sua casa, quanto do povo egípcio (Gênesis 45:5). A nossos olhos, para influenciar (e salvar) uma nação, a melhor estratégia é utilizar um cidadão local, importante, poderoso e, por que não, muito rico. Mas, com o fim de salvar o reino do Egito, Deus escolheu usar um estrangeiro, um jovem escravo, desprezado até mesmo por seus próprios irmãos.
O Senhor não vê como vê o homem. A esperança de Deus não é como a dos homens. Para Deus, aquele mero jovem escravo era a esperança do Egito. Aquele jovem atado, sem controle sobre a própria vida, era a pessoa preparada por Deus para a conservação da vida de sua família. Deus vê em nós, jovens, a esperança de muitas nações. A salvação dos povos, a conservação da vida de muitos, nos foi confiada. Você está preparado para desempenhar uma função tão crítica? Provavelmente não. Mas você pode começar a experimentar o que é ser uma benção para aqueles que o rodeiam.
Chegando ao Egito, José foi vendido a um oficial de faraó, chamado Potifar, e, por causa de José, Deus abençoou aquela casa (39:5). As pessoas podiam perceber que o Senhor era com José, pois tudo o que lhe era confiado chegava a bom termo (vs. 2-4). Durante o tempo de serviço a Potifar, José certamente aprendeu muito acerca dos sistemas de administração e política egípcios. Assim, ele estava sendo uma benção para Potifar e, ao mesmo tempo, estava se preparando para ser uma benção para todo o Egito.
Essa é uma grande lição para os jovens cristãos. Quer tornar-se uma benção? Então, cumpra o que lhe foi confiado. Seja um bom filho, um bom estudante, um bom cidadão. Não desperdice seu tempo, não seja medíocre. Muitos jovens têm a impressão errônea de que podem viver para si agora, já que, no futuro, serão restringidos pelo matrimônio, a paternidade e as responsabilidades na igreja. Todavia, quem insiste em viver para si agora, continuará a viver para si no futuro e não obterá sucesso em nenhuma dessas áreas. Devemos aprender a viver para Deus hoje, glorificando Seu nome em tudo o que fazemos.
Tudo em nossa vida é espiritual. Tudo o que fazemos, em palavra ou ação, dever ser feito em nome do Senhor, de todo o coração, dando graças a Deus (Colossenses 3:17, 23). Lavar pratos é espiritual. Estudar matemática é espiritual. Respeitar as autoridades é espiritual. Tudo é espiritual para os nascidos do Espírito, pois, em tudo o que fazem, seguem o Espírito (João 3:8).
José não tinha acesso a todas as bênçãos que hoje recebemos em Cristo. José tinha apenas uma promessa, dada a seu bisavô Abraão, e uma visão, que tivera ainda muito jovem. Entretanto, baseada na promessa e fortalecido pela visão, José construiu sua história com Deus. Ele conhecia o Senhor.
CUIDAR DAS RAÍZES
Podemos perceber, ainda, que José não foi forçado a buscar Deus pelas circunstâncias. O que o impulsionava era muito mais profundo, muito mais poderoso: era a sua fé. Quando parecia que nada poderia piorar, José foi injustiçado e lançado no cárcere. Mas ali, no fundo do poço, o jovem-escravo- preso não estava sozinho: o Senhor era com ele (39:22). Por isso José não dependia da situação à sua volta. Ele tinha o que necessitava: o próprio Deus. Na prisão, ele aprendeu a lidar com os inimigos do Egito, os mesmos com quem teria de lidar, na posição de líder do Egito. Na prisão, ele também aprendeu a esperar no Senhor.
Hoje, o mundo tenta nos distrair, nos vender necessidades. Quem precisava de um celular há 15 anos? Quem precisa do mundo hoje? Só aqueles que não têm Deus. Ora, o mundo passa, bem como a sua falsa graça. Jovem, de onde vem a sua alegria? O que você precisa para obter paz? Você precisar esperar em Deus, lançar raízes em Deus. Você precisa lançar raízes no amor de Deus, a ponto de estar firmado e alicerçado (Efésios 3:17). José estava alicerçado em Deus e, por isso, foi usado por Deus, para expressá-Lo, para fazer o que Deus queria fazer. José era como um ramo frutífero, junto à fonte. Seus galhos se estendiam sobre os muros. O impacto de sua vida com Deus não se limitava à sua casa ou ao seu povo (Gênesis 49:22).
O jardim de José, a vida cotidiana de José, era cheio de frutos. Hoje, cada um de nós tem a responsabilidade de cultivar e guardar seu jardim. Temos o dever de viver uma vida cristã baseada, arraigada e alicerçada na presença de Deus. Temos de viver a vida normal da igreja, seguindo o Senhor Jesus e negando a nós mesmos (Mateus 16:24). Deus nos escolheu para abençoar a terra, trazendo Seu reino, um reino de justiça, paz e alegria. E o caminho para nos tornarmos representantes de Deus e suprirmos vida aos homens, é ser um ramo frutífero como José: ser uma bênção hoje ser uma bênção ainda maior amanhã.
Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" edição 205 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida. org.br/jav)
domingo, 14 de março de 2010
a Salvação de Deus
Deus tira o seu povo do Egito
SALMOS 105.37-45
Então Deus tirou os israelitas daquele país, e eles levaram consigo prata e ouro. Todos eram fortes e cheios de saúde. Os egípcios ficaram contentes quando os israelitas foram embora, pois estavam com medo deles. Deus pôs uma nuvem por cima do seu povo e fogo para guiá-los durante a noite. Eles pediram, e Deus mandou codornas e do céu deu a eles pão bastante para matar a fome. Ele partiu uma rocha, e jorrou água, que correu pelo deserto como um rio. Pois ele lembrou da sua santa promessa feita a Abraão, seu servo. Assim Deus tirou do Egito o seu povo escolhido, e eles saíram de lá cantando e gritando de alegria. Deus lhes deu as terras de outras nações e deixou que tomassem os campos delas, para que eles obedecessem às suas leis e guardassem os seus mandamentos. Aleluia!
Jesus chora
JOÃO 11.28-44
Depois de dizer isso, Marta foi, chamou Maria, a sua irmã, e lhe disse em particular: - O Mestre chegou e está chamando você. Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi encontrar-se com Jesus. Pois ele não tinha chegado ao povoado, mas ainda estava no lugar onde Marta o havia encontrado. As pessoas que estavam na casa com Maria, consolando-a, viram que ela se levantou e saiu depressa. Então foram atrás dela, pois pensavam que ela ia ao túmulo para chorar ali. Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e logo que o viu caiu aos pés dele e disse: - Se o senhor tivesse estado aqui, o meu irmão não teria morrido! Jesus viu Maria chorando e viu as pessoas que estavam com ela chorando também. Então ficou muito comovido e aflito e perguntou: - Onde foi que vocês o sepultaram? - Venha ver, senhor! - responderam. Jesus chorou. Então as pessoas disseram: - Vejam como ele amava Lázaro! Mas algumas delas disseram: - Ele curou o cego. Será que não poderia ter feito alguma coisa para que Lázaro não morresse?
A ressurreição de Lázaro
Jesus ficou outra vez muito comovido. Ele foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada, e ordenou: - Tirem a pedra! Marta, a irmã do morto, disse: - Senhor, ele está cheirando mal, pois já faz quatro dias que foi sepultado! Jesus respondeu: - Eu não lhe disse que, se você crer, você verá a revelação do poder glorioso de Deus? Então tiraram a pedra. Jesus olhou para o céu e disse: - Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves; mas eu estou dizendo isso por causa de toda esta gente que está aqui, para que eles creiam que tu me enviaste. Depois de dizer isso, gritou: - Lázaro, venha para fora! E o morto saiu. Os seus pés e as suas mãos estavam enfaixados com tiras de pano, e o seu rosto estava enrolado com um pano. Então Jesus disse: - Desenrolem as faixas e deixem que ele vá.
SALMOS 105.37-45
Então Deus tirou os israelitas daquele país, e eles levaram consigo prata e ouro. Todos eram fortes e cheios de saúde. Os egípcios ficaram contentes quando os israelitas foram embora, pois estavam com medo deles. Deus pôs uma nuvem por cima do seu povo e fogo para guiá-los durante a noite. Eles pediram, e Deus mandou codornas e do céu deu a eles pão bastante para matar a fome. Ele partiu uma rocha, e jorrou água, que correu pelo deserto como um rio. Pois ele lembrou da sua santa promessa feita a Abraão, seu servo. Assim Deus tirou do Egito o seu povo escolhido, e eles saíram de lá cantando e gritando de alegria. Deus lhes deu as terras de outras nações e deixou que tomassem os campos delas, para que eles obedecessem às suas leis e guardassem os seus mandamentos. Aleluia!
Jesus chora
JOÃO 11.28-44
Depois de dizer isso, Marta foi, chamou Maria, a sua irmã, e lhe disse em particular: - O Mestre chegou e está chamando você. Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi encontrar-se com Jesus. Pois ele não tinha chegado ao povoado, mas ainda estava no lugar onde Marta o havia encontrado. As pessoas que estavam na casa com Maria, consolando-a, viram que ela se levantou e saiu depressa. Então foram atrás dela, pois pensavam que ela ia ao túmulo para chorar ali. Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e logo que o viu caiu aos pés dele e disse: - Se o senhor tivesse estado aqui, o meu irmão não teria morrido! Jesus viu Maria chorando e viu as pessoas que estavam com ela chorando também. Então ficou muito comovido e aflito e perguntou: - Onde foi que vocês o sepultaram? - Venha ver, senhor! - responderam. Jesus chorou. Então as pessoas disseram: - Vejam como ele amava Lázaro! Mas algumas delas disseram: - Ele curou o cego. Será que não poderia ter feito alguma coisa para que Lázaro não morresse?
A ressurreição de Lázaro
Jesus ficou outra vez muito comovido. Ele foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada, e ordenou: - Tirem a pedra! Marta, a irmã do morto, disse: - Senhor, ele está cheirando mal, pois já faz quatro dias que foi sepultado! Jesus respondeu: - Eu não lhe disse que, se você crer, você verá a revelação do poder glorioso de Deus? Então tiraram a pedra. Jesus olhou para o céu e disse: - Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves; mas eu estou dizendo isso por causa de toda esta gente que está aqui, para que eles creiam que tu me enviaste. Depois de dizer isso, gritou: - Lázaro, venha para fora! E o morto saiu. Os seus pés e as suas mãos estavam enfaixados com tiras de pano, e o seu rosto estava enrolado com um pano. Então Jesus disse: - Desenrolem as faixas e deixem que ele vá.
terça-feira, 2 de março de 2010
EM QUE ERA ESTAMOS VIVENDO?
Podemos aprender várias lições dos três períodos de dois mil anos da história da humanidade, desde a criação de Adão até os dias de hoje, e aplicá-las à vida conjugal.
No primeiro período, que compreende de Adão até Abraão, por causa do pecado de Adão e Eva, o homem se distanciou da presença de Deus e chegou a uma situação carnal deplorável. Independentes de Deus, os homens foram se fortalecendo em sua carne e formando um reino para si. Assim procuraram exaltar o próprio nome, abandonando o nome do Senhor. O final desse período culminou com a construção de Babel – cujo significado é confusão – e o resultado foi a dispersão do homem em várias nações e em várias línguas (Gênesis 11:8, 9).
Então, no início do segundo período de dois mil anos, Deus chamou Abraão e prometeu fazer dele uma grande nação, um reino de sacerdotes que pudesse expressá-Lo e exercer Seu domínio sobre a terra. Esse período que perdurou até a primeira vinda de Cristo, se caracterizou por uma nação autoconfiante, a nação de Israel, que achava que podia fazer tudo o que Deus lhe dissesse, pela própria força. Aqueles homens viviam sob o controle da alma, confiavam em si mesmos e não se conheciam. Tinham orgulho de se chamar povo de Deus, porém, não O honravam; pelo contrário, desprezavam-No, desviavam-se do caminho do Senhor e faziam muitos tropeçar.
Não fosse isso suficiente, roubavam o Senhor nos dízimos e nas ofertas e falavam palavras duras contra o Senhor dizendo que era inútil servi-Lo (Malaquias 1:6, 12; 2:8; 3:8, 13). O conhecimento que possuíam era o da letra, mas faltava-lhes realidade espiritual. Como resultado, perderam a presença Dele e Seu falar por quatrocentos anos. Em vez de representar o reino de Deus na terra, se tornaram uma raça de víboras (Mateus 3:7), uma raça que representava o reino do inimigo de Deus. Seus líderes, que valorizavam posição e tradições, mostravam-se belos por fora, mas, como sepulcros caiados, estavam cheios de morte e podridão. Em alguma dessas coisas assemelhamo-nos a eles?
Porém, graças a Deus! No início dos terceiros dois mil anos, o Verbo se fez carne. A verdade objetiva se tornou realidade no meio dos homens. O que antes só podia ser lido e anelado, agora podia ser visto e até mesmo apalpado. Jesus viveu na terra, não para Si mesmo, mas veio para fazer a vontade Daquele que O enviou. Por isso, daqueles que Lhe foram dados pelo Pai, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura (João 17:12).
O cuidado do Senhor Jesus por aqueles que Lhe foram confiados pelo Pai era tão intenso que, mesmo sendo santo, a Si mesmo se santificou a favor deles (João 17:19). Ele os amou até o fim e mostrou-lhes que o Pai era a origem de tudo o que tinha; transmitiu-lhes as palavras que recebera do Pai e por meio disso eles vieram a crer em Seu nome.
Diante de tudo isso, vamos refletir um pouco. Como temos vivido? A situação de nossa família se parece com que período de dois mil anos?
Como filhos de Deus, não deveríamos nos distanciar de Deus e viver na carne, satisfazendo-a em seus desejos; tampouco deveríamos agir com violência contra nossos cônjuges. Se formos rebeldes ao Senhor, devemos saber que o resultado será confusão e dispersão. Se insistirmos em dizer: “Quem manda aqui sou eu†, que nome estaremos exaltando? Se, ao contrário, declararmos: “porque o Senhor é quem manda aqui, vou me submeter a Sua vontade†, o nome Dele será exaltado em nossa casa e, no lugar de confusão, haverá harmonia e unidade.
Tampouco deveríamos ser governados por nossa alma, sendo autoconfiantes quanto ao que podemos fazer e produzir. Deveríamos, sim, verificar como está nosso serviço a Deus e quão útil nossa família tem sido ao Senhor. Devemos honrar o Senhor e ser-Lhe fiéis nas ofertas. Não buscar aparência, mas ter vida e realidade interior. Que não sejamos os que apenas conhecem a doutrina e não a praticam (Tiago 1:22).
Esperamos que todos vivamos a vida conjugal na realidade do terceiro período de dois mil anos. Isso é, que vivamos no Espírito, em comunhão com Deus e sendo por Ele governados. Que a Palavra de Deus que temos recebido se torne a nossa pessoa e não apenas informações. Que em nossa casa também nos santifiquemos a favor daqueles que nos foram confiados, filhos e cônjuge, separando-nos das coisas que contaminam nosso lar. Que o Senhor nos conduza a viver no Espírito, cuidando daqueles que nos foram confiados com o amor de Deus. Que nosso relacionamento conjugal seja marcado por ajudarmos um ao outro a permanecer no Espírito, vivendo e decidindo todas as coisas na presença de Deus.
Texto extraído da secção "O que Deus uniu" do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)
No primeiro período, que compreende de Adão até Abraão, por causa do pecado de Adão e Eva, o homem se distanciou da presença de Deus e chegou a uma situação carnal deplorável. Independentes de Deus, os homens foram se fortalecendo em sua carne e formando um reino para si. Assim procuraram exaltar o próprio nome, abandonando o nome do Senhor. O final desse período culminou com a construção de Babel – cujo significado é confusão – e o resultado foi a dispersão do homem em várias nações e em várias línguas (Gênesis 11:8, 9).
Então, no início do segundo período de dois mil anos, Deus chamou Abraão e prometeu fazer dele uma grande nação, um reino de sacerdotes que pudesse expressá-Lo e exercer Seu domínio sobre a terra. Esse período que perdurou até a primeira vinda de Cristo, se caracterizou por uma nação autoconfiante, a nação de Israel, que achava que podia fazer tudo o que Deus lhe dissesse, pela própria força. Aqueles homens viviam sob o controle da alma, confiavam em si mesmos e não se conheciam. Tinham orgulho de se chamar povo de Deus, porém, não O honravam; pelo contrário, desprezavam-No, desviavam-se do caminho do Senhor e faziam muitos tropeçar.
Não fosse isso suficiente, roubavam o Senhor nos dízimos e nas ofertas e falavam palavras duras contra o Senhor dizendo que era inútil servi-Lo (Malaquias 1:6, 12; 2:8; 3:8, 13). O conhecimento que possuíam era o da letra, mas faltava-lhes realidade espiritual. Como resultado, perderam a presença Dele e Seu falar por quatrocentos anos. Em vez de representar o reino de Deus na terra, se tornaram uma raça de víboras (Mateus 3:7), uma raça que representava o reino do inimigo de Deus. Seus líderes, que valorizavam posição e tradições, mostravam-se belos por fora, mas, como sepulcros caiados, estavam cheios de morte e podridão. Em alguma dessas coisas assemelhamo-nos a eles?
Porém, graças a Deus! No início dos terceiros dois mil anos, o Verbo se fez carne. A verdade objetiva se tornou realidade no meio dos homens. O que antes só podia ser lido e anelado, agora podia ser visto e até mesmo apalpado. Jesus viveu na terra, não para Si mesmo, mas veio para fazer a vontade Daquele que O enviou. Por isso, daqueles que Lhe foram dados pelo Pai, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura (João 17:12).
O cuidado do Senhor Jesus por aqueles que Lhe foram confiados pelo Pai era tão intenso que, mesmo sendo santo, a Si mesmo se santificou a favor deles (João 17:19). Ele os amou até o fim e mostrou-lhes que o Pai era a origem de tudo o que tinha; transmitiu-lhes as palavras que recebera do Pai e por meio disso eles vieram a crer em Seu nome.
Diante de tudo isso, vamos refletir um pouco. Como temos vivido? A situação de nossa família se parece com que período de dois mil anos?
Como filhos de Deus, não deveríamos nos distanciar de Deus e viver na carne, satisfazendo-a em seus desejos; tampouco deveríamos agir com violência contra nossos cônjuges. Se formos rebeldes ao Senhor, devemos saber que o resultado será confusão e dispersão. Se insistirmos em dizer: “Quem manda aqui sou eu†, que nome estaremos exaltando? Se, ao contrário, declararmos: “porque o Senhor é quem manda aqui, vou me submeter a Sua vontade†, o nome Dele será exaltado em nossa casa e, no lugar de confusão, haverá harmonia e unidade.
Tampouco deveríamos ser governados por nossa alma, sendo autoconfiantes quanto ao que podemos fazer e produzir. Deveríamos, sim, verificar como está nosso serviço a Deus e quão útil nossa família tem sido ao Senhor. Devemos honrar o Senhor e ser-Lhe fiéis nas ofertas. Não buscar aparência, mas ter vida e realidade interior. Que não sejamos os que apenas conhecem a doutrina e não a praticam (Tiago 1:22).
Esperamos que todos vivamos a vida conjugal na realidade do terceiro período de dois mil anos. Isso é, que vivamos no Espírito, em comunhão com Deus e sendo por Ele governados. Que a Palavra de Deus que temos recebido se torne a nossa pessoa e não apenas informações. Que em nossa casa também nos santifiquemos a favor daqueles que nos foram confiados, filhos e cônjuge, separando-nos das coisas que contaminam nosso lar. Que o Senhor nos conduza a viver no Espírito, cuidando daqueles que nos foram confiados com o amor de Deus. Que nosso relacionamento conjugal seja marcado por ajudarmos um ao outro a permanecer no Espírito, vivendo e decidindo todas as coisas na presença de Deus.
Texto extraído da secção "O que Deus uniu" do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)
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