A Biblia da muita atenção à questão do pecado pois somente quando tivermos clareza acerca do pecado compreenderemos a salvação. Se quizermos conhecer sobre o evangelho de Deuse a salvação de Deus, primeiro precisamos saber o que é pecado. devemos ver inicialmente como o pecado nos afetou e como nos tornamos pecadores.Só então teremos clarezada salvação de Deus. Vamosconsiderar primeiro o ABC,precisamos ver o que é pecado, os que são pecadosequem é pecador.Devemos admitir que de fato, cometemos pecados então que faremos com esses pecados? e o que Deus fará com esses pecados se quizermos lidar com esses pecados e ser purificados deles,que devemos fazer?Como podem nossos pecados ser lavados e perdoardos? em suma que deve o homem fazer para ser salvo,visto que Deus completou toda sua obra?Qual é então, a condição entao para sermos salvos? como agora o homem pode receber a salvação de Deus?como a redenção pode torna-se salvação? Como a propiciação torna-se substituição?comopode o dom de Deus para nós ,em seu filho, ser transmitido a nós no Espirito Santo?Que devemos fazer, de nossa parte antes que o que é da parte de Deus seja transmitido a nós? o homem não recebe a salvação de Deus por intermedio da lei, boas obras, confissão,oração ou quaisquer outros itens.O pecado do homem mostra nos a necessidade do homem. O amor de Deus mostra-nos a provisão de Deus.se houver somente a necessidade sem a provisão, nada pode ser feito.A salvação foi cumprida pois por um lado, ohomem pecou e, por outro, Deus o amou.E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo,Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.Se o homem não tivesse pecado não haveria lugar nem maneira de o amor de Deus ser manifestado.E se o homem nãotivesse pecado,mas Deus não tivesse o amado, nada teria sido concretizado.Entretanto o amor de Deus nãopara por ai, uma vez que Deus é amor, a questao da graça surge.O amor deve ter sua expressão e quando isso ocorre ele se torna Graça(Cristo)No amor de Deus não ha apenas Graça, ha tabem outri grande item: a misericordia de Deus. Foi Ele quem nos amou e nos concedeu Graça e cumpriu a justiça, onde levou Jesus a morrer e ressussitar por nós.Foi ainda Deus que enviou o Espirito Santo para nos convencer iuminar, e dar força para aceitar a obra de Deus.Para podermoslidar com essasquestoes, tudo o que temos de fazer é aplicar em nosso viver diario a luz que certamente recebemos da Biblia que é a palavra de Deus.
texto extraido do livro de Watchman Nee "O Evangelho de Deus".da Editora Arvore da Vida.
Bem vindos ao nosso Blog
seja bem vindo(a) ao Blog de nossas experiencias com Cristo
quinta-feira, 3 de junho de 2010
LIVRE ACESSO AO SANTO DOS SANTOS
Livre acesso ao santo dos santos
Um dos símbolos usados na Bíblia para representar o Espírito Santo é o azeite da oliveira. O óleo usado na unção era composto de azeite e quatro excelentes especiarias.
Êxodo 30 descreve a composição do óleo da unção: "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinquenta siclos, e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him" (Êx 30:22-24a).
Conforme esta passagem, o óleo da unção era composto de mira, cinamomo, cálamo e cássia. Essas quatro especiarias estão divididas em três unidades de peso de quinhentos siclos, sendo que as duas especiarias intermediárias - cinamomo e cálamo - juntas compunham uma unidade.
Na Bíblia, o número quatro representa a criatura, e o três, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Dessa forma, o fato de haver quatro especiarias em três unidades de medida indica a mescla de Deus com o homem criado.
Além disso, os quatro ingredientes são misturados a um him de azeite de oliveira, que, como já vimos, representa o Espírito Santo. O unguento, portanto, não se refere só ao Espírito Santo, mas também ao próprio Deus Triúno, que, por meio de Sua obra, uniu-se ao homem. Além disso, as duas unidades intermediárias, que estão divididas em partes iguais, referem-se ao Filho, que, por nossa causa, foi partido na cruz.
Podemos ver os números três e quatro relacionados ao Deus Triúno e à obra do Filho também em outro item do Antigo Testamento. No tabernáculo havia quatro colunas separando o Santo Lugar do Santo dos Santos. Essas quatro colunas formavam três entradas, que se referem ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Também havia um véu que era pendurado nas quatro colunas. Quando o Senhor Jesus foi morto, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:38). Dessa forma, a morte do Senhor na cruz nos abriu um novo e vivo caminho para o Santo dos Santos (Hb 10:20).
A composição do unguento da unção é muito significativa. Ela não só fala das especiarias divididas em três unidades, mas mostra também a obra do Deus Triúno, realizada pelo Filho, cujo corpo foi partido por nós para podermos entrar no Santo dos Santos, unir-nos a Deus e ter comunhão com Ele.Livre acesso ao santo dos santos
Um dos símbolos usados na Bíblia para representar o Espírito Santo é o azeite da oliveira. O óleo usado na unção era composto de azeite e quatro excelentes especiarias.
Êxodo 30 descreve a composição do óleo da unção: "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinquenta siclos, e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him" (Êx 30:22-24a).
Conforme esta passagem, o óleo da unção era composto de mira, cinamomo, cálamo e cássia. Essas quatro especiarias estão divididas em três unidades de peso de quinhentos siclos, sendo que as duas especiarias intermediárias - cinamomo e cálamo - juntas compunham uma unidade.
Na Bíblia, o número quatro representa a criatura, e o três, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Dessa forma, o fato de haver quatro especiarias em três unidades de medida indica a mescla de Deus com o homem criado.
Além disso, os quatro ingredientes são misturados a um him de azeite de oliveira, que, como já vimos, representa o Espírito Santo. O unguento, portanto, não se refere só ao Espírito Santo, mas também ao próprio Deus Triúno, que, por meio de Sua obra, uniu-se ao homem. Além disso, as duas unidades intermediárias, que estão divididas em partes iguais, referem-se ao Filho, que, por nossa causa, foi partido na cruz.
Podemos ver os números três e quatro relacionados ao Deus Triúno e à obra do Filho também em outro item do Antigo Testamento. No tabernáculo havia quatro colunas separando o Santo Lugar do Santo dos Santos. Essas quatro colunas formavam três entradas, que se referem ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Também havia um véu que era pendurado nas quatro colunas. Quando o Senhor Jesus foi morto, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:38). Dessa forma, a morte do Senhor na cruz nos abriu um novo e vivo caminho para o Santo dos Santos (Hb 10:20).
A composição do unguento da unção é muito significativa. Ela não só fala das especiarias divididas em três unidades, mas mostra também a obra do Deus Triúno, realizada pelo Filho, cujo corpo foi partido por nós para podermos entrar no Santo dos Santos, unir-nos a Deus e ter comunhão com Ele.
Alimento Diario da editora arvore da vida
Um dos símbolos usados na Bíblia para representar o Espírito Santo é o azeite da oliveira. O óleo usado na unção era composto de azeite e quatro excelentes especiarias.
Êxodo 30 descreve a composição do óleo da unção: "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinquenta siclos, e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him" (Êx 30:22-24a).
Conforme esta passagem, o óleo da unção era composto de mira, cinamomo, cálamo e cássia. Essas quatro especiarias estão divididas em três unidades de peso de quinhentos siclos, sendo que as duas especiarias intermediárias - cinamomo e cálamo - juntas compunham uma unidade.
Na Bíblia, o número quatro representa a criatura, e o três, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Dessa forma, o fato de haver quatro especiarias em três unidades de medida indica a mescla de Deus com o homem criado.
Além disso, os quatro ingredientes são misturados a um him de azeite de oliveira, que, como já vimos, representa o Espírito Santo. O unguento, portanto, não se refere só ao Espírito Santo, mas também ao próprio Deus Triúno, que, por meio de Sua obra, uniu-se ao homem. Além disso, as duas unidades intermediárias, que estão divididas em partes iguais, referem-se ao Filho, que, por nossa causa, foi partido na cruz.
Podemos ver os números três e quatro relacionados ao Deus Triúno e à obra do Filho também em outro item do Antigo Testamento. No tabernáculo havia quatro colunas separando o Santo Lugar do Santo dos Santos. Essas quatro colunas formavam três entradas, que se referem ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Também havia um véu que era pendurado nas quatro colunas. Quando o Senhor Jesus foi morto, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:38). Dessa forma, a morte do Senhor na cruz nos abriu um novo e vivo caminho para o Santo dos Santos (Hb 10:20).
A composição do unguento da unção é muito significativa. Ela não só fala das especiarias divididas em três unidades, mas mostra também a obra do Deus Triúno, realizada pelo Filho, cujo corpo foi partido por nós para podermos entrar no Santo dos Santos, unir-nos a Deus e ter comunhão com Ele.Livre acesso ao santo dos santos
Um dos símbolos usados na Bíblia para representar o Espírito Santo é o azeite da oliveira. O óleo usado na unção era composto de azeite e quatro excelentes especiarias.
Êxodo 30 descreve a composição do óleo da unção: "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinquenta siclos, e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him" (Êx 30:22-24a).
Conforme esta passagem, o óleo da unção era composto de mira, cinamomo, cálamo e cássia. Essas quatro especiarias estão divididas em três unidades de peso de quinhentos siclos, sendo que as duas especiarias intermediárias - cinamomo e cálamo - juntas compunham uma unidade.
Na Bíblia, o número quatro representa a criatura, e o três, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Dessa forma, o fato de haver quatro especiarias em três unidades de medida indica a mescla de Deus com o homem criado.
Além disso, os quatro ingredientes são misturados a um him de azeite de oliveira, que, como já vimos, representa o Espírito Santo. O unguento, portanto, não se refere só ao Espírito Santo, mas também ao próprio Deus Triúno, que, por meio de Sua obra, uniu-se ao homem. Além disso, as duas unidades intermediárias, que estão divididas em partes iguais, referem-se ao Filho, que, por nossa causa, foi partido na cruz.
Podemos ver os números três e quatro relacionados ao Deus Triúno e à obra do Filho também em outro item do Antigo Testamento. No tabernáculo havia quatro colunas separando o Santo Lugar do Santo dos Santos. Essas quatro colunas formavam três entradas, que se referem ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Também havia um véu que era pendurado nas quatro colunas. Quando o Senhor Jesus foi morto, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:38). Dessa forma, a morte do Senhor na cruz nos abriu um novo e vivo caminho para o Santo dos Santos (Hb 10:20).
A composição do unguento da unção é muito significativa. Ela não só fala das especiarias divididas em três unidades, mas mostra também a obra do Deus Triúno, realizada pelo Filho, cujo corpo foi partido por nós para podermos entrar no Santo dos Santos, unir-nos a Deus e ter comunhão com Ele.
Alimento Diario da editora arvore da vida
domingo, 25 de abril de 2010
O Ministério de Moisés
O Ministério do Apóstolo João em sua Maturidade
Semana 4 - Domingo
Ler com oração Ler: Êx 19:3-7, 20-21, 25; At 7:27
"Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas " (Hb 3:5)
MINISTROS ÚTEIS E SERVOS FIÉIS
Após cruzar o Mar Vermelho, o povo de Israel foi levado ao monte Sinai. Ali Deus proferiu Suas palavras mais importantes, embora não o tenha feito diretamente, pois, segundo vemos, Moisés entrava na presença do Senhor e depois transmitia Suas palavras ao povo (Êx 19:3-7, 20-21, 25).
As primeiras palavras faladas por Deus no monte Sinai estão registradas em Êxodo 19:4-6a: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa". Essa é uma palavra doce! Deus é como uma águia, e nós, como seus filhotes. Ele nos coloca sobre Suas asas e nos faz achegar a Ele.
O objetivo de tirá-los de lá era conduzi-los ao deserto para que aprendessem a servir a Deus e, por fim, pudessem ser introduzidos na boa terra de Canaã (Êx 9:1; 3:8). Deus queria fazer deles uma nação de sacerdotes, um povo de propriedade peculiar entre todos os povos. Semelhantemente, esta é a nossa experiência: Deus nos tirou do mundo e nos colocou na igreja para servi-Lo. Aleluia!
Moisés transmitiu essas palavras aos israelitas de maneira fiel, todavia o versículo 8 registra que o povo respondeu indicando que se sentia muito capaz de fazer algo para o Senhor: "Tudo o que o Senhor falou faremos". O povo de Israel vivia na esfera da alma e se achava capaz de cumprir o que Deus lhe ordenara.
Depois que o povo respondeu daquela forma, Deus mudou Seu tratamento em relação a eles. Todo aquele que tocasse o monte Sinai seria morto, e haveria trovões, relâmpagos e uma espessa nuvem sobre o monte. Além disso, Deus deu-lhes os Dez Mandamentos e os estatutos para que os cumprissem. Dessa maneira, o Senhor queria mostrar-lhes a incapacidade do homem natural de guardar a lei.
O ministério de Moises foi tirar os filhos de Israel do Egito, salvando-os da aflição sob a qual estavam. De seu ministério aprendemos que Deus deseja usar-nos para libertar Seu povo, mas, para isso, Ele precisa fazer passar pela morte todas as nossas habilidades naturais, inclusive nossa eloquência, a fim de, então, em ressurreição, sermos úteis para cumprir Sua vontade. Se permitirmos o trabalhar do Senhor em nossa vida, Ele também nos tornará ministros úteis e servos fiéis, assim como foi Moisés em toda Sua casa (Hb 3:5). Aleluia!
Palavra-chave: Ministros úteis e servos fiéis.
Pergunta: Qual foi o objetivo do povo de Israel sair do Egito?
“Conquistando a boa terra” – cap. 2 – Dong Yu Lan.
“As riquezas insondáveis de Cristo” – caps. 11-13 – Dong Yu Lan.
Semana 4 - Domingo
Ler com oração Ler: Êx 19:3-7, 20-21, 25; At 7:27
"Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas " (Hb 3:5)
MINISTROS ÚTEIS E SERVOS FIÉIS
Após cruzar o Mar Vermelho, o povo de Israel foi levado ao monte Sinai. Ali Deus proferiu Suas palavras mais importantes, embora não o tenha feito diretamente, pois, segundo vemos, Moisés entrava na presença do Senhor e depois transmitia Suas palavras ao povo (Êx 19:3-7, 20-21, 25).
As primeiras palavras faladas por Deus no monte Sinai estão registradas em Êxodo 19:4-6a: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa". Essa é uma palavra doce! Deus é como uma águia, e nós, como seus filhotes. Ele nos coloca sobre Suas asas e nos faz achegar a Ele.
O objetivo de tirá-los de lá era conduzi-los ao deserto para que aprendessem a servir a Deus e, por fim, pudessem ser introduzidos na boa terra de Canaã (Êx 9:1; 3:8). Deus queria fazer deles uma nação de sacerdotes, um povo de propriedade peculiar entre todos os povos. Semelhantemente, esta é a nossa experiência: Deus nos tirou do mundo e nos colocou na igreja para servi-Lo. Aleluia!
Moisés transmitiu essas palavras aos israelitas de maneira fiel, todavia o versículo 8 registra que o povo respondeu indicando que se sentia muito capaz de fazer algo para o Senhor: "Tudo o que o Senhor falou faremos". O povo de Israel vivia na esfera da alma e se achava capaz de cumprir o que Deus lhe ordenara.
Depois que o povo respondeu daquela forma, Deus mudou Seu tratamento em relação a eles. Todo aquele que tocasse o monte Sinai seria morto, e haveria trovões, relâmpagos e uma espessa nuvem sobre o monte. Além disso, Deus deu-lhes os Dez Mandamentos e os estatutos para que os cumprissem. Dessa maneira, o Senhor queria mostrar-lhes a incapacidade do homem natural de guardar a lei.
O ministério de Moises foi tirar os filhos de Israel do Egito, salvando-os da aflição sob a qual estavam. De seu ministério aprendemos que Deus deseja usar-nos para libertar Seu povo, mas, para isso, Ele precisa fazer passar pela morte todas as nossas habilidades naturais, inclusive nossa eloquência, a fim de, então, em ressurreição, sermos úteis para cumprir Sua vontade. Se permitirmos o trabalhar do Senhor em nossa vida, Ele também nos tornará ministros úteis e servos fiéis, assim como foi Moisés em toda Sua casa (Hb 3:5). Aleluia!
Palavra-chave: Ministros úteis e servos fiéis.
Pergunta: Qual foi o objetivo do povo de Israel sair do Egito?
“Conquistando a boa terra” – cap. 2 – Dong Yu Lan.
“As riquezas insondáveis de Cristo” – caps. 11-13 – Dong Yu Lan.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O JARDIM DE JOSÉ
O JARDIM DE JOSÉ
José, um dos filhos mais jovens de Jacó, é um personagem bíblico importante para os jovens. A firmeza do jovem José e seu amor ao Senhor, a despeito das muitas tribulações por que passava, são um exemplo a ser seguido por todos os cidadãos do reino dos céus.
Por outro lado, as bênçãos proféticas de Jacó, proferidas em favor de seus filhos, nos mostram a importância dos frutos de um José em meio ao povo de Deus. Jovem, você deseja ser conhecido por sua instabilidade, por suas muitas paixões, ou pela firmeza em Cristo? Qual é seu impacto na igreja? É possível encontrar seus frutos, seus filhos espirituais, vivendo a realidade do reino dos céus?
A ESPERANÇA DE DEUS NÃO É COMO A DOS HOMENS
Deus sempre desejou salvar e abençoar todos os homens (1 Timóteo 2:4). José foi enviado ao Egito para conservação da vida, para salvação, tanto de sua casa, quanto do povo egípcio (Gênesis 45:5). A nossos olhos, para influenciar (e salvar) uma nação, a melhor estratégia é utilizar um cidadão local, importante, poderoso e, por que não, muito rico. Mas, com o fim de salvar o reino do Egito, Deus escolheu usar um estrangeiro, um jovem escravo, desprezado até mesmo por seus próprios irmãos.
O Senhor não vê como vê o homem. A esperança de Deus não é como a dos homens. Para Deus, aquele mero jovem escravo era a esperança do Egito. Aquele jovem atado, sem controle sobre a própria vida, era a pessoa preparada por Deus para a conservação da vida de sua família. Deus vê em nós, jovens, a esperança de muitas nações. A salvação dos povos, a conservação da vida de muitos, nos foi confiada. Você está preparado para desempenhar uma função tão crítica? Provavelmente não. Mas você pode começar a experimentar o que é ser uma benção para aqueles que o rodeiam.
Chegando ao Egito, José foi vendido a um oficial de faraó, chamado Potifar, e, por causa de José, Deus abençoou aquela casa (39:5). As pessoas podiam perceber que o Senhor era com José, pois tudo o que lhe era confiado chegava a bom termo (vs. 2-4). Durante o tempo de serviço a Potifar, José certamente aprendeu muito acerca dos sistemas de administração e política egípcios. Assim, ele estava sendo uma benção para Potifar e, ao mesmo tempo, estava se preparando para ser uma benção para todo o Egito.
Essa é uma grande lição para os jovens cristãos. Quer tornar-se uma benção? Então, cumpra o que lhe foi confiado. Seja um bom filho, um bom estudante, um bom cidadão. Não desperdice seu tempo, não seja medíocre. Muitos jovens têm a impressão errônea de que podem viver para si agora, já que, no futuro, serão restringidos pelo matrimônio, a paternidade e as responsabilidades na igreja. Todavia, quem insiste em viver para si agora, continuará a viver para si no futuro e não obterá sucesso em nenhuma dessas áreas. Devemos aprender a viver para Deus hoje, glorificando Seu nome em tudo o que fazemos.
Tudo em nossa vida é espiritual. Tudo o que fazemos, em palavra ou ação, dever ser feito em nome do Senhor, de todo o coração, dando graças a Deus (Colossenses 3:17, 23). Lavar pratos é espiritual. Estudar matemática é espiritual. Respeitar as autoridades é espiritual. Tudo é espiritual para os nascidos do Espírito, pois, em tudo o que fazem, seguem o Espírito (João 3:8).
José não tinha acesso a todas as bênçãos que hoje recebemos em Cristo. José tinha apenas uma promessa, dada a seu bisavô Abraão, e uma visão, que tivera ainda muito jovem. Entretanto, baseada na promessa e fortalecido pela visão, José construiu sua história com Deus. Ele conhecia o Senhor.
CUIDAR DAS RAÍZES
Podemos perceber, ainda, que José não foi forçado a buscar Deus pelas circunstâncias. O que o impulsionava era muito mais profundo, muito mais poderoso: era a sua fé. Quando parecia que nada poderia piorar, José foi injustiçado e lançado no cárcere. Mas ali, no fundo do poço, o jovem-escravo- preso não estava sozinho: o Senhor era com ele (39:22). Por isso José não dependia da situação à sua volta. Ele tinha o que necessitava: o próprio Deus. Na prisão, ele aprendeu a lidar com os inimigos do Egito, os mesmos com quem teria de lidar, na posição de líder do Egito. Na prisão, ele também aprendeu a esperar no Senhor.
Hoje, o mundo tenta nos distrair, nos vender necessidades. Quem precisava de um celular há 15 anos? Quem precisa do mundo hoje? Só aqueles que não têm Deus. Ora, o mundo passa, bem como a sua falsa graça. Jovem, de onde vem a sua alegria? O que você precisa para obter paz? Você precisar esperar em Deus, lançar raízes em Deus. Você precisa lançar raízes no amor de Deus, a ponto de estar firmado e alicerçado (Efésios 3:17). José estava alicerçado em Deus e, por isso, foi usado por Deus, para expressá-Lo, para fazer o que Deus queria fazer. José era como um ramo frutífero, junto à fonte. Seus galhos se estendiam sobre os muros. O impacto de sua vida com Deus não se limitava à sua casa ou ao seu povo (Gênesis 49:22).
O jardim de José, a vida cotidiana de José, era cheio de frutos. Hoje, cada um de nós tem a responsabilidade de cultivar e guardar seu jardim. Temos o dever de viver uma vida cristã baseada, arraigada e alicerçada na presença de Deus. Temos de viver a vida normal da igreja, seguindo o Senhor Jesus e negando a nós mesmos (Mateus 16:24). Deus nos escolheu para abençoar a terra, trazendo Seu reino, um reino de justiça, paz e alegria. E o caminho para nos tornarmos representantes de Deus e suprirmos vida aos homens, é ser um ramo frutífero como José: ser uma bênção hoje ser uma bênção ainda maior amanhã.
Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" edição 205 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida. org.br/jav)
José, um dos filhos mais jovens de Jacó, é um personagem bíblico importante para os jovens. A firmeza do jovem José e seu amor ao Senhor, a despeito das muitas tribulações por que passava, são um exemplo a ser seguido por todos os cidadãos do reino dos céus.
Por outro lado, as bênçãos proféticas de Jacó, proferidas em favor de seus filhos, nos mostram a importância dos frutos de um José em meio ao povo de Deus. Jovem, você deseja ser conhecido por sua instabilidade, por suas muitas paixões, ou pela firmeza em Cristo? Qual é seu impacto na igreja? É possível encontrar seus frutos, seus filhos espirituais, vivendo a realidade do reino dos céus?
A ESPERANÇA DE DEUS NÃO É COMO A DOS HOMENS
Deus sempre desejou salvar e abençoar todos os homens (1 Timóteo 2:4). José foi enviado ao Egito para conservação da vida, para salvação, tanto de sua casa, quanto do povo egípcio (Gênesis 45:5). A nossos olhos, para influenciar (e salvar) uma nação, a melhor estratégia é utilizar um cidadão local, importante, poderoso e, por que não, muito rico. Mas, com o fim de salvar o reino do Egito, Deus escolheu usar um estrangeiro, um jovem escravo, desprezado até mesmo por seus próprios irmãos.
O Senhor não vê como vê o homem. A esperança de Deus não é como a dos homens. Para Deus, aquele mero jovem escravo era a esperança do Egito. Aquele jovem atado, sem controle sobre a própria vida, era a pessoa preparada por Deus para a conservação da vida de sua família. Deus vê em nós, jovens, a esperança de muitas nações. A salvação dos povos, a conservação da vida de muitos, nos foi confiada. Você está preparado para desempenhar uma função tão crítica? Provavelmente não. Mas você pode começar a experimentar o que é ser uma benção para aqueles que o rodeiam.
Chegando ao Egito, José foi vendido a um oficial de faraó, chamado Potifar, e, por causa de José, Deus abençoou aquela casa (39:5). As pessoas podiam perceber que o Senhor era com José, pois tudo o que lhe era confiado chegava a bom termo (vs. 2-4). Durante o tempo de serviço a Potifar, José certamente aprendeu muito acerca dos sistemas de administração e política egípcios. Assim, ele estava sendo uma benção para Potifar e, ao mesmo tempo, estava se preparando para ser uma benção para todo o Egito.
Essa é uma grande lição para os jovens cristãos. Quer tornar-se uma benção? Então, cumpra o que lhe foi confiado. Seja um bom filho, um bom estudante, um bom cidadão. Não desperdice seu tempo, não seja medíocre. Muitos jovens têm a impressão errônea de que podem viver para si agora, já que, no futuro, serão restringidos pelo matrimônio, a paternidade e as responsabilidades na igreja. Todavia, quem insiste em viver para si agora, continuará a viver para si no futuro e não obterá sucesso em nenhuma dessas áreas. Devemos aprender a viver para Deus hoje, glorificando Seu nome em tudo o que fazemos.
Tudo em nossa vida é espiritual. Tudo o que fazemos, em palavra ou ação, dever ser feito em nome do Senhor, de todo o coração, dando graças a Deus (Colossenses 3:17, 23). Lavar pratos é espiritual. Estudar matemática é espiritual. Respeitar as autoridades é espiritual. Tudo é espiritual para os nascidos do Espírito, pois, em tudo o que fazem, seguem o Espírito (João 3:8).
José não tinha acesso a todas as bênçãos que hoje recebemos em Cristo. José tinha apenas uma promessa, dada a seu bisavô Abraão, e uma visão, que tivera ainda muito jovem. Entretanto, baseada na promessa e fortalecido pela visão, José construiu sua história com Deus. Ele conhecia o Senhor.
CUIDAR DAS RAÍZES
Podemos perceber, ainda, que José não foi forçado a buscar Deus pelas circunstâncias. O que o impulsionava era muito mais profundo, muito mais poderoso: era a sua fé. Quando parecia que nada poderia piorar, José foi injustiçado e lançado no cárcere. Mas ali, no fundo do poço, o jovem-escravo- preso não estava sozinho: o Senhor era com ele (39:22). Por isso José não dependia da situação à sua volta. Ele tinha o que necessitava: o próprio Deus. Na prisão, ele aprendeu a lidar com os inimigos do Egito, os mesmos com quem teria de lidar, na posição de líder do Egito. Na prisão, ele também aprendeu a esperar no Senhor.
Hoje, o mundo tenta nos distrair, nos vender necessidades. Quem precisava de um celular há 15 anos? Quem precisa do mundo hoje? Só aqueles que não têm Deus. Ora, o mundo passa, bem como a sua falsa graça. Jovem, de onde vem a sua alegria? O que você precisa para obter paz? Você precisar esperar em Deus, lançar raízes em Deus. Você precisa lançar raízes no amor de Deus, a ponto de estar firmado e alicerçado (Efésios 3:17). José estava alicerçado em Deus e, por isso, foi usado por Deus, para expressá-Lo, para fazer o que Deus queria fazer. José era como um ramo frutífero, junto à fonte. Seus galhos se estendiam sobre os muros. O impacto de sua vida com Deus não se limitava à sua casa ou ao seu povo (Gênesis 49:22).
O jardim de José, a vida cotidiana de José, era cheio de frutos. Hoje, cada um de nós tem a responsabilidade de cultivar e guardar seu jardim. Temos o dever de viver uma vida cristã baseada, arraigada e alicerçada na presença de Deus. Temos de viver a vida normal da igreja, seguindo o Senhor Jesus e negando a nós mesmos (Mateus 16:24). Deus nos escolheu para abençoar a terra, trazendo Seu reino, um reino de justiça, paz e alegria. E o caminho para nos tornarmos representantes de Deus e suprirmos vida aos homens, é ser um ramo frutífero como José: ser uma bênção hoje ser uma bênção ainda maior amanhã.
Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" edição 205 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida. org.br/jav)
domingo, 14 de março de 2010
a Salvação de Deus
Deus tira o seu povo do Egito
SALMOS 105.37-45
Então Deus tirou os israelitas daquele país, e eles levaram consigo prata e ouro. Todos eram fortes e cheios de saúde. Os egípcios ficaram contentes quando os israelitas foram embora, pois estavam com medo deles. Deus pôs uma nuvem por cima do seu povo e fogo para guiá-los durante a noite. Eles pediram, e Deus mandou codornas e do céu deu a eles pão bastante para matar a fome. Ele partiu uma rocha, e jorrou água, que correu pelo deserto como um rio. Pois ele lembrou da sua santa promessa feita a Abraão, seu servo. Assim Deus tirou do Egito o seu povo escolhido, e eles saíram de lá cantando e gritando de alegria. Deus lhes deu as terras de outras nações e deixou que tomassem os campos delas, para que eles obedecessem às suas leis e guardassem os seus mandamentos. Aleluia!
Jesus chora
JOÃO 11.28-44
Depois de dizer isso, Marta foi, chamou Maria, a sua irmã, e lhe disse em particular: - O Mestre chegou e está chamando você. Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi encontrar-se com Jesus. Pois ele não tinha chegado ao povoado, mas ainda estava no lugar onde Marta o havia encontrado. As pessoas que estavam na casa com Maria, consolando-a, viram que ela se levantou e saiu depressa. Então foram atrás dela, pois pensavam que ela ia ao túmulo para chorar ali. Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e logo que o viu caiu aos pés dele e disse: - Se o senhor tivesse estado aqui, o meu irmão não teria morrido! Jesus viu Maria chorando e viu as pessoas que estavam com ela chorando também. Então ficou muito comovido e aflito e perguntou: - Onde foi que vocês o sepultaram? - Venha ver, senhor! - responderam. Jesus chorou. Então as pessoas disseram: - Vejam como ele amava Lázaro! Mas algumas delas disseram: - Ele curou o cego. Será que não poderia ter feito alguma coisa para que Lázaro não morresse?
A ressurreição de Lázaro
Jesus ficou outra vez muito comovido. Ele foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada, e ordenou: - Tirem a pedra! Marta, a irmã do morto, disse: - Senhor, ele está cheirando mal, pois já faz quatro dias que foi sepultado! Jesus respondeu: - Eu não lhe disse que, se você crer, você verá a revelação do poder glorioso de Deus? Então tiraram a pedra. Jesus olhou para o céu e disse: - Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves; mas eu estou dizendo isso por causa de toda esta gente que está aqui, para que eles creiam que tu me enviaste. Depois de dizer isso, gritou: - Lázaro, venha para fora! E o morto saiu. Os seus pés e as suas mãos estavam enfaixados com tiras de pano, e o seu rosto estava enrolado com um pano. Então Jesus disse: - Desenrolem as faixas e deixem que ele vá.
SALMOS 105.37-45
Então Deus tirou os israelitas daquele país, e eles levaram consigo prata e ouro. Todos eram fortes e cheios de saúde. Os egípcios ficaram contentes quando os israelitas foram embora, pois estavam com medo deles. Deus pôs uma nuvem por cima do seu povo e fogo para guiá-los durante a noite. Eles pediram, e Deus mandou codornas e do céu deu a eles pão bastante para matar a fome. Ele partiu uma rocha, e jorrou água, que correu pelo deserto como um rio. Pois ele lembrou da sua santa promessa feita a Abraão, seu servo. Assim Deus tirou do Egito o seu povo escolhido, e eles saíram de lá cantando e gritando de alegria. Deus lhes deu as terras de outras nações e deixou que tomassem os campos delas, para que eles obedecessem às suas leis e guardassem os seus mandamentos. Aleluia!
Jesus chora
JOÃO 11.28-44
Depois de dizer isso, Marta foi, chamou Maria, a sua irmã, e lhe disse em particular: - O Mestre chegou e está chamando você. Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi encontrar-se com Jesus. Pois ele não tinha chegado ao povoado, mas ainda estava no lugar onde Marta o havia encontrado. As pessoas que estavam na casa com Maria, consolando-a, viram que ela se levantou e saiu depressa. Então foram atrás dela, pois pensavam que ela ia ao túmulo para chorar ali. Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e logo que o viu caiu aos pés dele e disse: - Se o senhor tivesse estado aqui, o meu irmão não teria morrido! Jesus viu Maria chorando e viu as pessoas que estavam com ela chorando também. Então ficou muito comovido e aflito e perguntou: - Onde foi que vocês o sepultaram? - Venha ver, senhor! - responderam. Jesus chorou. Então as pessoas disseram: - Vejam como ele amava Lázaro! Mas algumas delas disseram: - Ele curou o cego. Será que não poderia ter feito alguma coisa para que Lázaro não morresse?
A ressurreição de Lázaro
Jesus ficou outra vez muito comovido. Ele foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada, e ordenou: - Tirem a pedra! Marta, a irmã do morto, disse: - Senhor, ele está cheirando mal, pois já faz quatro dias que foi sepultado! Jesus respondeu: - Eu não lhe disse que, se você crer, você verá a revelação do poder glorioso de Deus? Então tiraram a pedra. Jesus olhou para o céu e disse: - Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves; mas eu estou dizendo isso por causa de toda esta gente que está aqui, para que eles creiam que tu me enviaste. Depois de dizer isso, gritou: - Lázaro, venha para fora! E o morto saiu. Os seus pés e as suas mãos estavam enfaixados com tiras de pano, e o seu rosto estava enrolado com um pano. Então Jesus disse: - Desenrolem as faixas e deixem que ele vá.
terça-feira, 2 de março de 2010
EM QUE ERA ESTAMOS VIVENDO?
Podemos aprender várias lições dos três períodos de dois mil anos da história da humanidade, desde a criação de Adão até os dias de hoje, e aplicá-las à vida conjugal.
No primeiro período, que compreende de Adão até Abraão, por causa do pecado de Adão e Eva, o homem se distanciou da presença de Deus e chegou a uma situação carnal deplorável. Independentes de Deus, os homens foram se fortalecendo em sua carne e formando um reino para si. Assim procuraram exaltar o próprio nome, abandonando o nome do Senhor. O final desse período culminou com a construção de Babel – cujo significado é confusão – e o resultado foi a dispersão do homem em várias nações e em várias línguas (Gênesis 11:8, 9).
Então, no início do segundo período de dois mil anos, Deus chamou Abraão e prometeu fazer dele uma grande nação, um reino de sacerdotes que pudesse expressá-Lo e exercer Seu domínio sobre a terra. Esse período que perdurou até a primeira vinda de Cristo, se caracterizou por uma nação autoconfiante, a nação de Israel, que achava que podia fazer tudo o que Deus lhe dissesse, pela própria força. Aqueles homens viviam sob o controle da alma, confiavam em si mesmos e não se conheciam. Tinham orgulho de se chamar povo de Deus, porém, não O honravam; pelo contrário, desprezavam-No, desviavam-se do caminho do Senhor e faziam muitos tropeçar.
Não fosse isso suficiente, roubavam o Senhor nos dízimos e nas ofertas e falavam palavras duras contra o Senhor dizendo que era inútil servi-Lo (Malaquias 1:6, 12; 2:8; 3:8, 13). O conhecimento que possuíam era o da letra, mas faltava-lhes realidade espiritual. Como resultado, perderam a presença Dele e Seu falar por quatrocentos anos. Em vez de representar o reino de Deus na terra, se tornaram uma raça de víboras (Mateus 3:7), uma raça que representava o reino do inimigo de Deus. Seus líderes, que valorizavam posição e tradições, mostravam-se belos por fora, mas, como sepulcros caiados, estavam cheios de morte e podridão. Em alguma dessas coisas assemelhamo-nos a eles?
Porém, graças a Deus! No início dos terceiros dois mil anos, o Verbo se fez carne. A verdade objetiva se tornou realidade no meio dos homens. O que antes só podia ser lido e anelado, agora podia ser visto e até mesmo apalpado. Jesus viveu na terra, não para Si mesmo, mas veio para fazer a vontade Daquele que O enviou. Por isso, daqueles que Lhe foram dados pelo Pai, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura (João 17:12).
O cuidado do Senhor Jesus por aqueles que Lhe foram confiados pelo Pai era tão intenso que, mesmo sendo santo, a Si mesmo se santificou a favor deles (João 17:19). Ele os amou até o fim e mostrou-lhes que o Pai era a origem de tudo o que tinha; transmitiu-lhes as palavras que recebera do Pai e por meio disso eles vieram a crer em Seu nome.
Diante de tudo isso, vamos refletir um pouco. Como temos vivido? A situação de nossa família se parece com que período de dois mil anos?
Como filhos de Deus, não deveríamos nos distanciar de Deus e viver na carne, satisfazendo-a em seus desejos; tampouco deveríamos agir com violência contra nossos cônjuges. Se formos rebeldes ao Senhor, devemos saber que o resultado será confusão e dispersão. Se insistirmos em dizer: “Quem manda aqui sou eu†, que nome estaremos exaltando? Se, ao contrário, declararmos: “porque o Senhor é quem manda aqui, vou me submeter a Sua vontade†, o nome Dele será exaltado em nossa casa e, no lugar de confusão, haverá harmonia e unidade.
Tampouco deveríamos ser governados por nossa alma, sendo autoconfiantes quanto ao que podemos fazer e produzir. Deveríamos, sim, verificar como está nosso serviço a Deus e quão útil nossa família tem sido ao Senhor. Devemos honrar o Senhor e ser-Lhe fiéis nas ofertas. Não buscar aparência, mas ter vida e realidade interior. Que não sejamos os que apenas conhecem a doutrina e não a praticam (Tiago 1:22).
Esperamos que todos vivamos a vida conjugal na realidade do terceiro período de dois mil anos. Isso é, que vivamos no Espírito, em comunhão com Deus e sendo por Ele governados. Que a Palavra de Deus que temos recebido se torne a nossa pessoa e não apenas informações. Que em nossa casa também nos santifiquemos a favor daqueles que nos foram confiados, filhos e cônjuge, separando-nos das coisas que contaminam nosso lar. Que o Senhor nos conduza a viver no Espírito, cuidando daqueles que nos foram confiados com o amor de Deus. Que nosso relacionamento conjugal seja marcado por ajudarmos um ao outro a permanecer no Espírito, vivendo e decidindo todas as coisas na presença de Deus.
Texto extraído da secção "O que Deus uniu" do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)
No primeiro período, que compreende de Adão até Abraão, por causa do pecado de Adão e Eva, o homem se distanciou da presença de Deus e chegou a uma situação carnal deplorável. Independentes de Deus, os homens foram se fortalecendo em sua carne e formando um reino para si. Assim procuraram exaltar o próprio nome, abandonando o nome do Senhor. O final desse período culminou com a construção de Babel – cujo significado é confusão – e o resultado foi a dispersão do homem em várias nações e em várias línguas (Gênesis 11:8, 9).
Então, no início do segundo período de dois mil anos, Deus chamou Abraão e prometeu fazer dele uma grande nação, um reino de sacerdotes que pudesse expressá-Lo e exercer Seu domínio sobre a terra. Esse período que perdurou até a primeira vinda de Cristo, se caracterizou por uma nação autoconfiante, a nação de Israel, que achava que podia fazer tudo o que Deus lhe dissesse, pela própria força. Aqueles homens viviam sob o controle da alma, confiavam em si mesmos e não se conheciam. Tinham orgulho de se chamar povo de Deus, porém, não O honravam; pelo contrário, desprezavam-No, desviavam-se do caminho do Senhor e faziam muitos tropeçar.
Não fosse isso suficiente, roubavam o Senhor nos dízimos e nas ofertas e falavam palavras duras contra o Senhor dizendo que era inútil servi-Lo (Malaquias 1:6, 12; 2:8; 3:8, 13). O conhecimento que possuíam era o da letra, mas faltava-lhes realidade espiritual. Como resultado, perderam a presença Dele e Seu falar por quatrocentos anos. Em vez de representar o reino de Deus na terra, se tornaram uma raça de víboras (Mateus 3:7), uma raça que representava o reino do inimigo de Deus. Seus líderes, que valorizavam posição e tradições, mostravam-se belos por fora, mas, como sepulcros caiados, estavam cheios de morte e podridão. Em alguma dessas coisas assemelhamo-nos a eles?
Porém, graças a Deus! No início dos terceiros dois mil anos, o Verbo se fez carne. A verdade objetiva se tornou realidade no meio dos homens. O que antes só podia ser lido e anelado, agora podia ser visto e até mesmo apalpado. Jesus viveu na terra, não para Si mesmo, mas veio para fazer a vontade Daquele que O enviou. Por isso, daqueles que Lhe foram dados pelo Pai, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura (João 17:12).
O cuidado do Senhor Jesus por aqueles que Lhe foram confiados pelo Pai era tão intenso que, mesmo sendo santo, a Si mesmo se santificou a favor deles (João 17:19). Ele os amou até o fim e mostrou-lhes que o Pai era a origem de tudo o que tinha; transmitiu-lhes as palavras que recebera do Pai e por meio disso eles vieram a crer em Seu nome.
Diante de tudo isso, vamos refletir um pouco. Como temos vivido? A situação de nossa família se parece com que período de dois mil anos?
Como filhos de Deus, não deveríamos nos distanciar de Deus e viver na carne, satisfazendo-a em seus desejos; tampouco deveríamos agir com violência contra nossos cônjuges. Se formos rebeldes ao Senhor, devemos saber que o resultado será confusão e dispersão. Se insistirmos em dizer: “Quem manda aqui sou eu†, que nome estaremos exaltando? Se, ao contrário, declararmos: “porque o Senhor é quem manda aqui, vou me submeter a Sua vontade†, o nome Dele será exaltado em nossa casa e, no lugar de confusão, haverá harmonia e unidade.
Tampouco deveríamos ser governados por nossa alma, sendo autoconfiantes quanto ao que podemos fazer e produzir. Deveríamos, sim, verificar como está nosso serviço a Deus e quão útil nossa família tem sido ao Senhor. Devemos honrar o Senhor e ser-Lhe fiéis nas ofertas. Não buscar aparência, mas ter vida e realidade interior. Que não sejamos os que apenas conhecem a doutrina e não a praticam (Tiago 1:22).
Esperamos que todos vivamos a vida conjugal na realidade do terceiro período de dois mil anos. Isso é, que vivamos no Espírito, em comunhão com Deus e sendo por Ele governados. Que a Palavra de Deus que temos recebido se torne a nossa pessoa e não apenas informações. Que em nossa casa também nos santifiquemos a favor daqueles que nos foram confiados, filhos e cônjuge, separando-nos das coisas que contaminam nosso lar. Que o Senhor nos conduza a viver no Espírito, cuidando daqueles que nos foram confiados com o amor de Deus. Que nosso relacionamento conjugal seja marcado por ajudarmos um ao outro a permanecer no Espírito, vivendo e decidindo todas as coisas na presença de Deus.
Texto extraído da secção "O que Deus uniu" do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)
Assinar:
Postagens (Atom)