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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

NÃO MAIS DEPRIMIDOS

Hoje vivemos numa era de grandes e rápidas transformações. O mundo inteiro tem visto surgirem novas realidades, como a globalização e suas consequências financeiras e sociais, e tem-se sentido impotente para solucionar os problemas delas decorrentes. Essas inquietudes, ansiedades e incertezas têm sido transmitidas às pessoas. A pressão externa exercida pelo ambiente que nos cerca, os sentimentos humanos que se perderam nessa luta pela sobrevivência, nessa corrida desenfreada pelos bens materiais, pelo enriquecimento e pelo status social têm causado sérios danos às pessoas, inclusive aos cristãos. Os homens, em busca de uma aceitação por parte de outros, têm ido contra a própria consciência, fazendo coisas que detestam.

Todos esses fatores e outros mais têm contribuído para o surgimento de angústias e depressões. A mente humana debaixo dessa pressão começa a interpretar erroneamente as informações que chegam a ela. Um sorriso dado por alguém que nos ama é interpretado como zombaria. Uma pequena observação sobre um fato é interpretado como uma séria e dura crítica. Procura-se fugir de tudo e de todos. Muitas vezes o organismo recorre ao sono para fugir da realidade, e a pessoa passa a dormir o dia inteiro com sonhos agitados e ainda acorda cansada e desanimada. Não tem mais forças para lutar. Alguns pensam em abandonar a casa e sumir pelo mundo afora. Qualquer coisinha é tomada como uma grande catástrofe. A pessoa se fecha dentro de seus muros interiores.

Qual é a nossa saída? É nos voltarmos ao Senhor, ao espírito e à Sua Palavra. O Senhor conhece nossa situação e quer socorrer-nos. Precisamos abrir-nos a Ele. O Senhor nos ama. Ele se preocupa conosco. Não podemos deixar-nos levar pelas informações erradas de nossa mente, a qual faz com que nossas emoções sejam tão negativas. O poder da morte parece tomar conta de tudo. A vida perdeu sua alegria. É necessário reagir baseado na Palavra de Deus. O Salmo 49:15 diz: Mas Deus remirá a minha alma do poder da morte, pois ele me tomará para si. Ele liberta nossa alma desse poder que nos quer controlar. Exercite seu espírito. Diga à sua alma: Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome (Salmo 103:1). Rejeite todo pensamento maligno. Vença o inimigo Satanás pela Palavra do testemunho (Apocalipse 12:11). Sua experiência será como a de Davi, que disse: Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado, e, à medida que foi contatando o Senhor, falou, no final: Não serei jamais abalado (Salmo 62:2,6).

Talvez sintamos que ninguém nos compreende e muitas vezes choramos. Novamente a Palavra do Senhor nos conforta, dizendo: Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto: que Deus é por mim. Em Deus, cuja palavra eu louvo, no SENHOR, cuja palavra eu louvo, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem? (Sl 56:8-11). Muitas vezes nos deixamos prender pelos maus desígnios (pensamentos) que vêm de nosso coração e permitimos que eles nos contaminem (Mateus 15:19). Vamos dar um basta nisso!

Devemos crer muito mais nas palavras de Deus do que nos pensamentos que vêm de nosso coração corrupto e enganoso (Jeremias 17:9). Levantemo-nos, ouçamos o chamado do Senhor, saiamos de nossa introspecção. O livro de Cântico dos Cânticos nos diz que nosso amado Senhor está detrás de nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades e nos dizendo: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem (2:9-13). Ao exercitarmos nosso espírito e ordenarmos à nossa alma que saia dessa situação de morte, estamos apoiando-nos na Palavra de Deus, que tem o poder de nos livrar. Certamente teremos uma experiência vitoriosa que nos livrará da depressão em que nos encontrarmos. 

Em Provérbios 3:25-26 lemos: Não temas o pavor repentino, nem a arremetida dos perversos quando vier. Porque o SENHOR será a tua segurança e guardará os teus pés de serem presos. O Senhor nos diz: Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome. Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificai (Salmo 91: 14-15). Invoque o Senhor com todas as suas forças. Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Romanos 10:13). Ore ao Senhor dizendo: Senhor, hoje quero sair da minha introspecção, quero sair dos muros interiores que me prendem e me atormentam. Rejeito os pensamentos negativos da minha mente, os sentimentos negativos do meu coração. Quero proclamar a todo o universo que eu sou Teu. O Senhor já venceu todas as coisas. Hoje, pela fé, tomo essa vitória para mim. Senhor, eu ouvi o Teu chamado e me levanto agora mesmo para desfrutar de Ti e do Teu amor.

Texto extraído do livro Atitude - um jovem vencedor publicado pela Editora Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br) 

Assim Que Se Levantar

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Himno 224 La experiencia de Cristo como el alimento

O QUE DEUS UNIU

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energiamas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca masaceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.
OBS: leiam o Jornal Arvore da vida da editora Arvore da Vida da seção o que Deus uniu. www.editoraarvoredavida.com.br

terça-feira, 27 de julho de 2010

Não Estou Salvo!

"Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê, mas, sim, em si mesmo." (Agostinho).
"Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos." (Jeremias 8:20)

NÃO ESTOU SALVO! Caro leitor, esta é a sua triste condição? Mesmo sendo avisado do julgamento por vir e exortado a buscar a salvação, ainda assim, até agora você não está salvo? Você sabe qual é o caminho da salvação; tem lido sobre isso na Bíblia; ouve pregações a respeito e amigos lhe explicam o assunto. Porém, apesar de tudo, você despreza e, portanto, não está salvo. Não haverá desculpas para você, quando o Senhor julgar os vivos e os mortos. O Espírito Santo tem abençoado, com maior ou menor intensidade, a Palavra que lhe é pregada; tem trazido, da presença divina, momentos de refrigério. Mesmo assim, você se encontra sem Cristo. Assim como as estações, essas oportunidades de esperança lhe chegaram e se foram - seu verão e sua colheita já passaram - e você ainda não está salvo.

Os anos se sucedem em direção à eternidade; logo chegará o último ano de sua vida. Sua juventude logo passará; sua varonilidade estará se escoando, e você ainda não está salvo. Pergunto-lhe: Você será salvo ainda? Há qualquer possibilidade disso? Mesmo as ocasiões mais propícias não lhe levaram a salvação. Seria o caso de outras oportunidades alterarem a sua condição? Vários meios já falharam com você; até mesmo o melhor dos métodos, usado com perseverança e com a maior afeição. O que mais poderá ser feito por você? A aflição e a prosperidade não mais lhe impressionam; lágrimas, orações e sermões se perderam em seu coração vazio. Não se esgotaram as probabilidades de você um dia ser salvo? Não é mais que provável que você permanecerá como está, até que a morte feche para sempre as portas da salvação? Você poderá rejeitar esta suposição; entretanto, ela é racional, pois quem não se lava em águas abundantes, quando as encontra, muito provavelmente permanecerá imundo até o fim. Se o tempo apropriado não chegou, por que haveria de chegar? É natural temer que ele nunca chegará e que, à semelhança de Félix, você nunca encontre ocasião apropriada, até que esteja no inferno. Oh! Considere o que é o inferno e a terrível possibilidade de ser em breve lançado nele!

Leitor, caso você morra sem ser salvo, não haverá palavras para descrever a sua perdição. Você deveria lamentar-se profundamente pela triste estado, falar a respeito dele com gemidos e ranger de dentes. Você será punido com a destruição eterna, banido da glória do Senhor e da glória do seu poder. Esta voz amiga deseja alertá-lo e conduzi-lo à uma vida de seriedade. Oh! Seja sábio a tempo e, antes que passe a oportunidade, creia em Jesus, que é capaz de salvá-lo completamente. Utilize o tempo presente para refletir. Se, em humilde fé em Cristo, houver arrependimento em sua vida, isto será o melhor a lhe acontecer. Não permita que este ano passe e você continue sem perdão; nem que o repicar dos sinos do ano novo o encontrem sem o gozo verdadeiro. Creia em Jesus e viva - agora, agora, agora.

"Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti, e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças." (Gn. 19:17).

Charles Haddon Spurgeon

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O EVANGELHO DE DEUS

A Biblia da muita atenção à questão do pecado pois somente quando tivermos clareza acerca do pecado compreenderemos a salvação. Se quizermos conhecer sobre o evangelho de Deuse a salvação de Deus, primeiro precisamos saber o que é pecado. devemos ver inicialmente como o pecado nos afetou e como nos tornamos pecadores.Só então teremos clarezada salvação de Deus. Vamosconsiderar primeiro o ABC,precisamos ver o que é pecado, os que são pecadosequem é pecador.Devemos admitir que de fato, cometemos pecados então que faremos com esses pecados? e o que Deus fará com esses pecados se quizermos lidar com esses pecados e ser purificados deles,que devemos fazer?Como podem nossos pecados ser lavados e perdoardos? em suma que deve o homem fazer para ser salvo,visto que Deus completou toda sua obra?Qual é então, a condição entao para sermos salvos? como agora o homem pode receber a salvação de Deus?como a redenção pode torna-se salvação? Como a propiciação torna-se substituição?comopode o dom de Deus para nós ,em seu filho, ser transmitido a nós no Espirito Santo?Que devemos fazer, de nossa parte antes que o que é da parte de Deus seja transmitido a nós? o homem não recebe a salvação de Deus por intermedio da lei, boas obras, confissão,oração ou quaisquer outros itens.O pecado do homem mostra nos a necessidade do homem. O amor de Deus mostra-nos a provisão de Deus.se houver somente a necessidade sem a provisão, nada pode ser feito.A salvação foi cumprida pois por um lado, ohomem pecou e, por outro, Deus o amou.E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo,Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.Se o homem não tivesse pecado não haveria lugar nem maneira de o amor de Deus ser manifestado.E se o homem nãotivesse pecado,mas Deus não tivesse o amado, nada teria sido concretizado.Entretanto o amor de Deus nãopara por ai, uma vez que Deus é amor, a questao da graça surge.O amor deve ter sua expressão e quando isso ocorre ele se torna Graça(Cristo)No amor de Deus não ha apenas Graça, ha tabem outri grande item: a misericordia de Deus. Foi Ele quem nos amou e nos concedeu Graça e cumpriu a justiça, onde levou Jesus a morrer e ressussitar por nós.Foi ainda Deus que enviou o Espirito Santo para nos convencer iuminar, e dar força para aceitar a obra de Deus.Para podermoslidar com essasquestoes, tudo o que temos de fazer é aplicar em nosso viver diario a luz que certamente recebemos da Biblia que é a palavra de Deus.


texto extraido do livro de Watchman Nee "O Evangelho de Deus".da Editora Arvore da Vida.

LIVRE ACESSO AO SANTO DOS SANTOS

Livre acesso ao santo dos santos

Um dos símbolos usados na Bíblia para representar o Espírito Santo é o azeite da oliveira. O óleo usado na unção era composto de azeite e quatro excelentes especiarias.


Êxodo 30 descreve a composição do óleo da unção: "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinquenta siclos, e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him" (Êx 30:22-24a).


Conforme esta passagem, o óleo da unção era composto de mira, cinamomo, cálamo e cássia. Essas quatro especiarias estão divididas em três unidades de peso de quinhentos siclos, sendo que as duas especiarias intermediárias - cinamomo e cálamo - juntas compunham uma unidade.


Na Bíblia, o número quatro representa a criatura, e o três, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Dessa forma, o fato de haver quatro especiarias em três unidades de medida indica a mescla de Deus com o homem criado.


Além disso, os quatro ingredientes são misturados a um him de azeite de oliveira, que, como já vimos, representa o Espírito Santo. O unguento, portanto, não se refere só ao Espírito Santo, mas também ao próprio Deus Triúno, que, por meio de Sua obra, uniu-se ao homem. Além disso, as duas unidades intermediárias, que estão divididas em partes iguais, referem-se ao Filho, que, por nossa causa, foi partido na cruz.


Podemos ver os números três e quatro relacionados ao Deus Triúno e à obra do Filho também em outro item do Antigo Testamento. No tabernáculo havia quatro colunas separando o Santo Lugar do Santo dos Santos. Essas quatro colunas formavam três entradas, que se referem ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Também havia um véu que era pendurado nas quatro colunas. Quando o Senhor Jesus foi morto, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:38). Dessa forma, a morte do Senhor na cruz nos abriu um novo e vivo caminho para o Santo dos Santos (Hb 10:20).


A composição do unguento da unção é muito significativa. Ela não só fala das especiarias divididas em três unidades, mas mostra também a obra do Deus Triúno, realizada pelo Filho, cujo corpo foi partido por nós para podermos entrar no Santo dos Santos, unir-nos a Deus e ter comunhão com Ele.Livre acesso ao santo dos santos

Um dos símbolos usados na Bíblia para representar o Espírito Santo é o azeite da oliveira. O óleo usado na unção era composto de azeite e quatro excelentes especiarias.


Êxodo 30 descreve a composição do óleo da unção: "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinquenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinquenta siclos, e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him" (Êx 30:22-24a).


Conforme esta passagem, o óleo da unção era composto de mira, cinamomo, cálamo e cássia. Essas quatro especiarias estão divididas em três unidades de peso de quinhentos siclos, sendo que as duas especiarias intermediárias - cinamomo e cálamo - juntas compunham uma unidade.


Na Bíblia, o número quatro representa a criatura, e o três, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Dessa forma, o fato de haver quatro especiarias em três unidades de medida indica a mescla de Deus com o homem criado.


Além disso, os quatro ingredientes são misturados a um him de azeite de oliveira, que, como já vimos, representa o Espírito Santo. O unguento, portanto, não se refere só ao Espírito Santo, mas também ao próprio Deus Triúno, que, por meio de Sua obra, uniu-se ao homem. Além disso, as duas unidades intermediárias, que estão divididas em partes iguais, referem-se ao Filho, que, por nossa causa, foi partido na cruz.


Podemos ver os números três e quatro relacionados ao Deus Triúno e à obra do Filho também em outro item do Antigo Testamento. No tabernáculo havia quatro colunas separando o Santo Lugar do Santo dos Santos. Essas quatro colunas formavam três entradas, que se referem ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Também havia um véu que era pendurado nas quatro colunas. Quando o Senhor Jesus foi morto, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo (Mc 15:38). Dessa forma, a morte do Senhor na cruz nos abriu um novo e vivo caminho para o Santo dos Santos (Hb 10:20).


A composição do unguento da unção é muito significativa. Ela não só fala das especiarias divididas em três unidades, mas mostra também a obra do Deus Triúno, realizada pelo Filho, cujo corpo foi partido por nós para podermos entrar no Santo dos Santos, unir-nos a Deus e ter comunhão com Ele.
Alimento Diario da editora arvore da vida

domingo, 25 de abril de 2010

O Ministério de Moisés

O Ministério do Apóstolo João em sua Maturidade
Semana 4 - Domingo
Ler com oração Ler: Êx 19:3-7, 20-21, 25; At 7:27

"Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas " (Hb 3:5)


MINISTROS ÚTEIS E SERVOS FIÉIS

Após cruzar o Mar Vermelho, o povo de Israel foi levado ao monte Sinai. Ali Deus proferiu Suas palavras mais importantes, embora não o tenha feito diretamente, pois, segundo vemos, Moisés entrava na presença do Senhor e depois transmitia Suas palavras ao povo (Êx 19:3-7, 20-21, 25).


As primeiras palavras faladas por Deus no monte Sinai estão registradas em Êxodo 19:4-6a: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa". Essa é uma palavra doce! Deus é como uma águia, e nós, como seus filhotes. Ele nos coloca sobre Suas asas e nos faz achegar a Ele.


O objetivo de tirá-los de lá era conduzi-los ao deserto para que aprendessem a servir a Deus e, por fim, pudessem ser introduzidos na boa terra de Canaã (Êx 9:1; 3:8). Deus queria fazer deles uma nação de sacerdotes, um povo de propriedade peculiar entre todos os povos. Semelhantemente, esta é a nossa experiência: Deus nos tirou do mundo e nos colocou na igreja para servi-Lo. Aleluia!


Moisés transmitiu essas palavras aos israelitas de maneira fiel, todavia o versículo 8 registra que o povo respondeu indicando que se sentia muito capaz de fazer algo para o Senhor: "Tudo o que o Senhor falou faremos". O povo de Israel vivia na esfera da alma e se achava capaz de cumprir o que Deus lhe ordenara.


Depois que o povo respondeu daquela forma, Deus mudou Seu tratamento em relação a eles. Todo aquele que tocasse o monte Sinai seria morto, e haveria trovões, relâmpagos e uma espessa nuvem sobre o monte. Além disso, Deus deu-lhes os Dez Mandamentos e os estatutos para que os cumprissem. Dessa maneira, o Senhor queria mostrar-lhes a incapacidade do homem natural de guardar a lei.


O ministério de Moises foi tirar os filhos de Israel do Egito, salvando-os da aflição sob a qual estavam. De seu ministério aprendemos que Deus deseja usar-nos para libertar Seu povo, mas, para isso, Ele precisa fazer passar pela morte todas as nossas habilidades naturais, inclusive nossa eloquência, a fim de, então, em ressurreição, sermos úteis para cumprir Sua vontade. Se permitirmos o trabalhar do Senhor em nossa vida, Ele também nos tornará ministros úteis e servos fiéis, assim como foi Moisés em toda Sua casa (Hb 3:5). Aleluia!


Palavra-chave: Ministros úteis e servos fiéis.

Pergunta: Qual foi o objetivo do povo de Israel sair do Egito?



“Conquistando a boa terra” – cap. 2 – Dong Yu Lan.
“As riquezas insondáveis de Cristo” – caps. 11-13 – Dong Yu Lan.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O JARDIM DE JOSÉ

O JARDIM DE JOSÉ

José, um dos filhos mais jovens de Jacó, é um personagem bíblico importante para os jovens. A firmeza do jovem José e seu amor ao Senhor, a despeito das muitas tribulações por que passava, são um exemplo a ser seguido por todos os cidadãos do reino dos céus.

Por outro lado, as bênçãos proféticas de Jacó, proferidas em favor de seus filhos, nos mostram a importância dos frutos de um José em meio ao povo de Deus. Jovem, você deseja ser conhecido por sua instabilidade, por suas muitas paixões, ou pela firmeza em Cristo? Qual é seu impacto na igreja? É possível encontrar seus frutos, seus filhos espirituais, vivendo a realidade do reino dos céus?

A ESPERANÇA DE DEUS NÃO É COMO A DOS HOMENS

Deus sempre desejou salvar e abençoar todos os homens (1 Timóteo 2:4). José foi enviado ao Egito para conservação da vida, para salvação, tanto de sua casa, quanto do povo egípcio (Gênesis 45:5). A nossos olhos, para influenciar (e salvar) uma nação, a melhor estratégia é utilizar um cidadão local, importante, poderoso e, por que não, muito rico. Mas, com o fim de salvar o reino do Egito, Deus escolheu usar um estrangeiro, um jovem escravo, desprezado até mesmo por seus próprios irmãos.

O Senhor não vê como vê o homem. A esperança de Deus não é como a dos homens. Para Deus, aquele mero jovem escravo era a esperança do Egito. Aquele jovem atado, sem controle sobre a própria vida, era a pessoa preparada por Deus para a conservação da vida de sua família. Deus vê em nós, jovens, a esperança de muitas nações. A salvação dos povos, a conservação da vida de muitos, nos foi confiada. Você está preparado para desempenhar uma função tão crítica? Provavelmente não. Mas você pode começar a experimentar o que é ser uma benção para aqueles que o rodeiam.

Chegando ao Egito, José foi vendido a um oficial de faraó, chamado Potifar, e, por causa de José, Deus abençoou aquela casa (39:5). As pessoas podiam perceber que o Senhor era com José, pois tudo o que lhe era confiado chegava a bom termo (vs. 2-4). Durante o tempo de serviço a Potifar, José certamente aprendeu muito acerca dos sistemas de administração e política egípcios. Assim, ele estava sendo uma benção para Potifar e, ao mesmo tempo, estava se preparando para ser uma benção para todo o Egito.

Essa é uma grande lição para os jovens cristãos. Quer tornar-se uma benção? Então, cumpra o que lhe foi confiado. Seja um bom filho, um bom estudante, um bom cidadão. Não desperdice seu tempo, não seja medíocre. Muitos jovens têm a impressão errônea de que podem viver para si agora, já que, no futuro, serão restringidos pelo matrimônio, a paternidade e as responsabilidades na igreja. Todavia, quem insiste em viver para si agora, continuará a viver para si no futuro e não obterá sucesso em nenhuma dessas áreas. Devemos aprender a viver para Deus hoje, glorificando Seu nome em tudo o que fazemos.

Tudo em nossa vida é espiritual. Tudo o que fazemos, em palavra ou ação, dever ser feito em nome do Senhor, de todo o coração, dando graças a Deus (Colossenses 3:17, 23). Lavar pratos é espiritual. Estudar matemática é espiritual. Respeitar as autoridades é espiritual. Tudo é espiritual para os nascidos do Espírito, pois, em tudo o que fazem, seguem o Espírito (João 3:8).

José não tinha acesso a todas as bênçãos que hoje recebemos em Cristo. José tinha apenas uma promessa, dada a seu bisavô Abraão, e uma visão, que tivera ainda muito jovem. Entretanto, baseada na promessa e fortalecido pela visão, José construiu sua história com Deus. Ele conhecia o Senhor.

CUIDAR DAS RAÍZES

Podemos perceber, ainda, que José não foi forçado a buscar Deus pelas circunstâncias. O que o impulsionava era muito mais profundo, muito mais poderoso: era a sua fé. Quando parecia que nada poderia piorar, José foi injustiçado e lançado no cárcere. Mas ali, no fundo do poço, o jovem-escravo- preso não estava sozinho: o Senhor era com ele (39:22). Por isso José não dependia da situação à sua volta. Ele tinha o que necessitava: o próprio Deus. Na prisão, ele aprendeu a lidar com os inimigos do Egito, os mesmos com quem teria de lidar, na posição de líder do Egito. Na prisão, ele também aprendeu a esperar no Senhor.

Hoje, o mundo tenta nos distrair, nos vender necessidades. Quem precisava de um celular há 15 anos? Quem precisa do mundo hoje? Só aqueles que não têm Deus. Ora, o mundo passa, bem como a sua falsa graça. Jovem, de onde vem a sua alegria? O que você precisa para obter paz? Você precisar esperar em Deus, lançar raízes em Deus. Você precisa lançar raízes no amor de Deus, a ponto de estar firmado e alicerçado (Efésios 3:17). José estava alicerçado em Deus e, por isso, foi usado por Deus, para expressá-Lo, para fazer o que Deus queria fazer. José era como um ramo frutífero, junto à fonte. Seus galhos se estendiam sobre os muros. O impacto de sua vida com Deus não se limitava à sua casa ou ao seu povo (Gênesis 49:22).

O jardim de José, a vida cotidiana de José, era cheio de frutos. Hoje, cada um de nós tem a responsabilidade de cultivar e guardar seu jardim. Temos o dever de viver uma vida cristã baseada, arraigada e alicerçada na presença de Deus. Temos de viver a vida normal da igreja, seguindo o Senhor Jesus e negando a nós mesmos (Mateus 16:24). Deus nos escolheu para abençoar a terra, trazendo Seu reino, um reino de justiça, paz e alegria. E o caminho para nos tornarmos representantes de Deus e suprirmos vida aos homens, é ser um ramo frutífero como José: ser uma bênção hoje ser uma bênção ainda maior amanhã.

Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" edição 205 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida. org.br/jav)

domingo, 14 de março de 2010

a Salvação de Deus

Deus tira o seu povo do Egito

SALMOS 105.37-45
Então Deus tirou os israelitas daquele país, e eles levaram consigo prata e ouro. Todos eram fortes e cheios de saúde. Os egípcios ficaram contentes quando os israelitas foram embora, pois estavam com medo deles. Deus pôs uma nuvem por cima do seu povo e fogo para guiá-los durante a noite. Eles pediram, e Deus mandou codornas e do céu deu a eles pão bastante para matar a fome. Ele partiu uma rocha, e jorrou água, que correu pelo deserto como um rio. Pois ele lembrou da sua santa promessa feita a Abraão, seu servo. Assim Deus tirou do Egito o seu povo escolhido, e eles saíram de lá cantando e gritando de alegria. Deus lhes deu as terras de outras nações e deixou que tomassem os campos delas, para que eles obedecessem às suas leis e guardassem os seus mandamentos. Aleluia!
Jesus chora

JOÃO 11.28-44
Depois de dizer isso, Marta foi, chamou Maria, a sua irmã, e lhe disse em particular: - O Mestre chegou e está chamando você. Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi encontrar-se com Jesus. Pois ele não tinha chegado ao povoado, mas ainda estava no lugar onde Marta o havia encontrado. As pessoas que estavam na casa com Maria, consolando-a, viram que ela se levantou e saiu depressa. Então foram atrás dela, pois pensavam que ela ia ao túmulo para chorar ali. Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e logo que o viu caiu aos pés dele e disse: - Se o senhor tivesse estado aqui, o meu irmão não teria morrido! Jesus viu Maria chorando e viu as pessoas que estavam com ela chorando também. Então ficou muito comovido e aflito e perguntou: - Onde foi que vocês o sepultaram? - Venha ver, senhor! - responderam. Jesus chorou. Então as pessoas disseram: - Vejam como ele amava Lázaro! Mas algumas delas disseram: - Ele curou o cego. Será que não poderia ter feito alguma coisa para que Lázaro não morresse?

A ressurreição de Lázaro
Jesus ficou outra vez muito comovido. Ele foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada, e ordenou: - Tirem a pedra! Marta, a irmã do morto, disse: - Senhor, ele está cheirando mal, pois já faz quatro dias que foi sepultado! Jesus respondeu: - Eu não lhe disse que, se você crer, você verá a revelação do poder glorioso de Deus? Então tiraram a pedra. Jesus olhou para o céu e disse: - Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves; mas eu estou dizendo isso por causa de toda esta gente que está aqui, para que eles creiam que tu me enviaste. Depois de dizer isso, gritou: - Lázaro, venha para fora! E o morto saiu. Os seus pés e as suas mãos estavam enfaixados com tiras de pano, e o seu rosto estava enrolado com um pano. Então Jesus disse: - Desenrolem as faixas e deixem que ele vá.

terça-feira, 2 de março de 2010

EM QUE ERA ESTAMOS VIVENDO?

Podemos aprender várias lições dos três períodos de dois mil anos da história da humanidade, desde a criação de Adão até os dias de hoje, e aplicá-las à vida conjugal.

No primeiro período, que compreende de Adão até Abraão, por causa do pecado de Adão e Eva, o homem se distanciou da presença de Deus e chegou a uma situação carnal deplorável. Independentes de Deus, os homens foram se fortalecendo em sua carne e formando um reino para si. Assim procuraram exaltar o próprio nome, abandonando o nome do Senhor. O final desse período culminou com a construção de Babel – cujo significado é confusão – e o resultado foi a dispersão do homem em várias nações e em várias línguas (Gênesis 11:8, 9).

Então, no início do segundo período de dois mil anos, Deus chamou Abraão e prometeu fazer dele uma grande nação, um reino de sacerdotes que pudesse expressá-Lo e exercer Seu domínio sobre a terra. Esse período que perdurou até a primeira vinda de Cristo, se caracterizou por uma nação autoconfiante, a nação de Israel, que achava que podia fazer tudo o que Deus lhe dissesse, pela própria força. Aqueles homens viviam sob o controle da alma, confiavam em si mesmos e não se conheciam. Tinham orgulho de se chamar povo de Deus, porém, não O honravam; pelo contrário, desprezavam-No, desviavam-se do caminho do Senhor e faziam muitos tropeçar.

Não fosse isso suficiente, roubavam o Senhor nos dízimos e nas ofertas e falavam palavras duras contra o Senhor dizendo que era inútil servi-Lo (Malaquias 1:6, 12; 2:8; 3:8, 13). O conhecimento que possuíam era o da letra, mas faltava-lhes realidade espiritual. Como resultado, perderam a presença Dele e Seu falar por quatrocentos anos. Em vez de representar o reino de Deus na terra, se tornaram uma raça de víboras (Mateus 3:7), uma raça que representava o reino do inimigo de Deus. Seus líderes, que valorizavam posição e tradições, mostravam-se belos por fora, mas, como sepulcros caiados, estavam cheios de morte e podridão. Em alguma dessas coisas assemelhamo-nos a eles?

Porém, graças a Deus! No início dos terceiros dois mil anos, o Verbo se fez carne. A verdade objetiva se tornou realidade no meio dos homens. O que antes só podia ser lido e anelado, agora podia ser visto e até mesmo apalpado. Jesus viveu na terra, não para Si mesmo, mas veio para fazer a vontade Daquele que O enviou. Por isso, daqueles que Lhe foram dados pelo Pai, nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura (João 17:12).

O cuidado do Senhor Jesus por aqueles que Lhe foram confiados pelo Pai era tão intenso que, mesmo sendo santo, a Si mesmo se santificou a favor deles (João 17:19). Ele os amou até o fim e mostrou-lhes que o Pai era a origem de tudo o que tinha; transmitiu-lhes as palavras que recebera do Pai e por meio disso eles vieram a crer em Seu nome.

Diante de tudo isso, vamos refletir um pouco. Como temos vivido? A situação de nossa família se parece com que período de dois mil anos?

Como filhos de Deus, não deveríamos nos distanciar de Deus e viver na carne, satisfazendo-a em seus desejos; tampouco deveríamos agir com violência contra nossos cônjuges. Se formos rebeldes ao Senhor, devemos saber que o resultado será confusão e dispersão. Se insistirmos em dizer: “Quem manda aqui sou eu†, que nome estaremos exaltando? Se, ao contrário, declararmos: “porque o Senhor é quem manda aqui, vou me submeter a Sua vontade†, o nome Dele será exaltado em nossa casa e, no lugar de confusão, haverá harmonia e unidade.

Tampouco deveríamos ser governados por nossa alma, sendo autoconfiantes quanto ao que podemos fazer e produzir. Deveríamos, sim, verificar como está nosso serviço a Deus e quão útil nossa família tem sido ao Senhor. Devemos honrar o Senhor e ser-Lhe fiéis nas ofertas. Não buscar aparência, mas ter vida e realidade interior. Que não sejamos os que apenas conhecem a doutrina e não a praticam (Tiago 1:22).

Esperamos que todos vivamos a vida conjugal na realidade do terceiro período de dois mil anos. Isso é, que vivamos no Espírito, em comunhão com Deus e sendo por Ele governados. Que a Palavra de Deus que temos recebido se torne a nossa pessoa e não apenas informações. Que em nossa casa também nos santifiquemos a favor daqueles que nos foram confiados, filhos e cônjuge, separando-nos das coisas que contaminam nosso lar. Que o Senhor nos conduza a viver no Espírito, cuidando daqueles que nos foram confiados com o amor de Deus. Que nosso relacionamento conjugal seja marcado por ajudarmos um ao outro a permanecer no Espírito, vivendo e decidindo todas as coisas na presença de Deus.

Texto extraído da secção "O que Deus uniu" do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)